Mês: janeiro 2019

Organizações não conseguem parar de beber o passado!

Estamos vivendo fenômeno que podemos chamar de “intoxicação do passado“.

Conceituaria assim:

Fenômeno psico-social coletivo provocado por rápida disseminação de nova mídia, no qual setor produtivo passado não consegue aderir às novas práticas de negócio que passam a ser possíveis pelo novo ambiente informacional.

É como se houvesse uma espécie de compulsão pelo passado, similar a uma alcoólatra, que não consegue parar de beber.

A literatura tem demonstrado que esse tipo de compulsão não é combatida pelo convencimento de fora para dentro, mas da vontade de dentro para fora pela mudança.

Assim, não adianta insistir que mudanças precisam ser feitas, sem que a pessoas tomem a consciência, a partir dos problemas que vão se somando, que isso é uma medida inevitável.

É preciso que mais e mais clientes, antigos, atuais e novos vão aderindo a novas práticas, reduzindo a receita para que a situação vá ficando cada vez mais insustentável.

A iniciativa da nossa Comunidade Bimodal é uma reposta a esse tipo de problema.

Nós temos nos organizado por adesão, procurando analisar o fenômeno digital da forma mais objetiva possível, com a participação voluntária de um grupo grande de pessoas, que percebe que o discurso atual do mercado está intoxicado.

Não acredito que as pessoas mudam, na profundidade que é parar de beber (para uma alcoólatra) ou de praticar um modelo de negócios consolidado há séculos, através de bate-papo.

A pessoa precisa experimentar os limites do alcoolismo como da impossibilidade de continuar levando seu negócio no modelo antigo, para falar as palavras mágicas:

TENHO UM PROBLEMA E PRECISO DE AJUDA.

É isso, que dizes?

Tenho promovido um programa de capacitação para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0. através de aprofundamento em aspectos filosóficos, teóricos e metodológicos.

O programa atinge, no primeiro momento, pessoas físicas e profissionais, que querem lidar melhor com este futuro disruptivo e é passo inicial para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0.

Faço parte do Movimento dos Bimodais, pessoas, profissionais e empresas que procuram se posicionar de forma mais inteligente para enfrentar a passagem do mundo analógico para o digital.

Nosso objetivo é tomar decisões mais sábias, a partir de teorias mais consistentes, de tal forma que todos fiquem mais competitivos para lidar com esse futuro disruptivo.

Nosso movimento debate livros em temporadas no projeto “Leituras Compartilhadas sobre best sellers sobre Transformação Digital”.

E tem “Programa de Capacitação para ajudar Profissionais a terem visão Bimodal”.

Quer fazer parte dos grupos abertos bimodais ou do grupo VIP? Clique aqui. (e diga assim: quero ser bimodal, ou quero fazer o curso bimodal, ou quero fazer o curso bimodal e participar também do grupo vip.

Fonte: Carlos Nepomuceno

Brasileira está entre os 50 melhores professores do mundo

Débora Garofalo é professora na escola municipal Almirante Ary Parreiras, em São Paulo. Ela é uma das 50 melhores professoras do mundo e concorre ao prêmio principal.

Seu trabalho é incrível. Através do projeto Robótica com Sucata, ela leva seus alunos para as ruas do bairro – onde falta saneamento básico e coleta de lixo – e faz um trabalho de catalogação e coleta do lixo.

Mas o que isso tem a ver com robótica? Do lixo, a professora e seus alunos criam robôs e máquinas automatizadas. Isso mesmo, a professora alia consciência ambiental com tecnologia e extrai dos alunos habilidades que eles ainda não conheciam.

A professora Débora, aliás, será uma das palestrantes do EdTech Conference, maior evento sobre o futuro da educação já realizado no Brasil, que nos últimos 2 anos reuniu mais de 4 mil pessoas.

Segundo a professora, o projeto é multidisciplinar e tem um forte apelo social: “o projeto tem ajudado a pensar a escola que não só produza conhecimento, como também traga contribuições locais, gerando responsabilidade social nos alunos e na comunidade”.

Pelo projeto, a professora é uma dos 50 finalistas do Prêmio internacional Global Teacher, que reúne professores de 171 países que criaram métodos inovadores e criativos para lecionar.

O vencedor do prêmio recebe o título de Melhor Professor do Mundo. O resultado final sai em março, em Dubai.

Fonte: Startse

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