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A Eduvem usa o DRM (Gerenciamento de Direitos Digitais) para impedir as pessoas de piratearem vídeos e cursos

O “DRM” refere-se à tecnologia para limitar o acesso aos conteúdos digitais (como vídeos) para os telespectadores que têm direito a acessá-lo (gratuitamente ou a compra/aluguel).

Os tipos de restrições de DRM incluem: limitar o número de vezes que um arquivo de vídeo pode ser tocado simultaneamente, cifrando-lo para que ele não possa ser facilmente copiado ou codificando-o em formatos especiais, que só funcionam com navegadores e dispositivos que oferecem níveis mais altos de conteúdo de segurança.

A Eduvem permite que criadores possam desativar downloads diretos para os seus vídeos e também permite que seus Clientes possam aplicar formas mais avançadas de DRM aos seus vídeos.

A pirataria é uma das realidades infelizes — e talvez inevitáveis — da distribuição digital e da Internet. Qualquer mídia que você compartilha online, como textos, imagens, áudio, vídeo, etc. corre o risco de ser copiada e reutilizada sem a sua permissão.

Quando se trata de vídeos online, há diversas formas de copiar o arquivo de vídeo transmitido por meio de um player online. Não há nenhuma maneira garantida de impedir isso, mas há maneiras de reduzir os riscos e medidas que você pode tomar se acreditar que seu trabalho foi roubado.

A Eduvem não é a detentora dos direitos autorais do seu vídeo, mas você é. Você é responsável por fazer valer seus direitos. Como a Eduvem é apenas um intermediária, não podemos tomar medidas em seu nome. Mas não se preocupe! Queremos ajudá-lo e disponibilizamos diversas funcionalidades antipirataria que estão à sua disposição.

Plataforma Eduvem consolida sua divisão de eventos virtuais em parceria com a Afinal Cenografia, e realiza evento de hiperloja de cosméticos

Plataforma Eduvem

Revolucione suas Lives e Show Online utilizando uma plataforma robusta, moderna e totalmente livre das amarraras comerciais das tradicionais plataformas de compartilhamento de vídeos.

No último dia 24 de julho, uma rede de lojas de cosméticos realizou seu primeiro evento digital. O evento, primeiro feito através da parceria da empresa Afinal Cenografia e a plataforma Eduvem Experience, contou com a presença de centenas de clientes, digital influencers, parceiros e fabricantes. Foi um sucesso, e permitiu aos participantes um contato com muito conteúdo e novidades do mercado.

Plataforma e conteúdos foram personalizados para a empresa, com apresentação no palco virtual em estúdio, e participação ao vivo através de streaming das apresentadoras de cada palestra. A plataforma permitiu ainda a visita aos estandes em 3D de cada patrocinador, com apresentação de conteúdos exclusivos ao público e link direto para loja virtual de cada marca.

“Mantemos nosso objetivo de sermos uma plataforma muito simples e de fácil uso para o cliente, porque nossa tecnologia é muito bem estruturada para atender esse novo mercado de eventos online, mas sempre muito amigável para o uso”, conta Vladimir Nunan, CEO da EDUVEM.

“Ver todos os convidados navegando na plataforma, curtindo a experiência de um evento digital, com toda tecnologia e facilidade no acesso foi muito gratificante e fortaleceu a ideia de que estamos no caminho certo para o futuro dos eventos híbridos .” conta Monica Baptistelli, Sócia Diretora da Afinal Cenografia.

Coronavírus faz educação a distância esbarrar na produtividade dos professores e na criação de conteúdos online

Sem aulas, estabelecimentos de ensino têm adotado a educação a distância (EAD), com uso de computadores e atividades complementares, para dar continuidade à aprendizagem das crianças.

O aumento no número de casos de coronavírus no Brasil levou à suspensão de aulas da rede pública e privada em todo o país. A medida serve para evitar aglomerações e deslocamentos.

Segundo autoridades de saúde, uma das melhores formas de parar a transmissão de casos é ficar em isolamento social.

Sem aulas, estabelecimentos de ensino têm adotado a educação a distância (EAD), com uso de computadores e atividades complementares, para dar continuidade à aprendizagem das crianças.

No entanto, nem todos os estudantes do país têm acesso a computadores e à internet de qualidade. Outro problema é manter a concentração de crianças mais novas, enquanto os pais também trabalham em casa.

Segundo a Unicef, 154 milhões de estudantes estão sem aulas na América Latina e Caribe. A entidade alerta que a situação poderá se estender, e há risco de abandono escolar definitivo.

Acesso à internet

Ter internet em casa hoje em dia, não é nenhum luxo, e sim, uma necessidade. Números divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações informam que mais de um milhão de domicílios brasileiros passaram a contar com o serviço de banda larga fixa nos últimos 12 meses. Cerca de 60% da população brasileira já conta com internet dentro de casa.

Esse crescimento foi sustentado pelas Prestadoras de Pequeno Porte, as PPPs, que são pequenos provedores de internet com no máximo mil funcionários e menos de um milhão e meio de assinantes.

Elas concorrem diretamente com as grandes concessionárias, e são responsáveis por levar tecnologia principalmente à lugares mais afastados dos grandes centros, como bairros periféricos e cidades pequenas.

São mais de 11.000 mil provedores espalhados pelo país, principalmente na região nordeste. Além de chegar à lugares distantes, outro fator influenciou para a proliferação de pequenos provedores pelo Brasil.

Em 1995, quando foi aberto o mercado de internet em terras brasileiras, as grandes concessionárias foram proibidas pelo Ministério das Telecomunicações de ter acesso discado, e apenas empresas privadas tiveram esse direito. Com o tempo, as operadoras de telefonia também puderam concorrer ao mercado de internet, mas, sem dúvida, isso ajudou a aumentar o número das PPPs.

O valor pela internet nos pequenos provedores acaba sendo equivalente ao valor cobrado pelas gigantes do meio como a Oi, a Vivo, Net e a Claro. Já a tecnologia de fibra óptica também está presente nessas empresas. Hoje, são os pequenos provedores que são os responsáveis por 54% de todos os clientes no país que têm fibra óptica chegando em casa.

EAD no ensino fundamental

Para crianças mais novas, que estão no ensino fundamental (do 1º ao 9º ano), a EAD é permitida em situações emergenciais. O Ministério da Educação informou em nota que deverá regular a atividade por 30 dias, prorrogáveis, ainda nesta semana.

“A ação tem caráter excepcional e valerá enquanto durar a situação de emergência de saúde pública por conta do coronavírus. A adesão por parte das instituições é voluntária”, afirma o MEC.

O desafio dos professores é na criação dos conteúdos online e que eles consigam manter o foco e atenção das crianças em casa, principalmente as menores. Iniciativas do governo federal para regulamentar a educação em casa (homeschooling) não avançou no congresso.

Produtividade dos Professores e Educadores

Chegou no mercado um novo conceito de plataforma de ensino a distância o Rapid Learning. Essas plataformas são focadas na elaboração, publicação e compartilhamento de conteúdo educacional desenvolvida pelo próprio professor.

Os professores conseguem sozinhos manter um ciclo de capacitação desde a criação do programa educacional, apresentação e compartilhamento de conteúdo até a análise dos resultados e melhoria contínua.

Construída com foco na colaboração e usabilidade, essas plataformas apresentam um ambiente simples e eficiente tanto no seu uso quanto administração.

A Eduvem disponibiliza sua plataforma de educação gratuitamente para empresas durante a crise do Coronavírus

O trabalho remoto é uma tendência crescente, com rápida adoção em todo o mundo e principalmente na América Latina: Gartner e outras consultorias apresentam uma tendência de crescimento de 40% até 2021.

Considerando as circunstâncias globais geradas pela disseminação do COVID-19 (coronavírus), essa tendência acelerou exponencialmente, pois muitas pessoas que trabalham em casa hoje o fazem como parte da estratégia de empresas e organizações para evitar contágio e preservar a saúde da população.

Plano proativo da Eduvem

De acordo com este cenário, e à medida em que os alertas se espalham por diferentes países, a Eduvem preparou um conjunto de ações para ajudar as empresas a continuarem suas operações e, mais do que isso, que os funcionários trabalhem e sejam produtivos enquanto estão seguros em suas casas.

Nossa prioridade é facilitar para que todas as pessoas trabalhem de qualquer lugar (incluindo suas casas), a qualquer momento e através de qualquer dispositivo, para que continuem conectadas ao seu equipamento e possam realizar suas tarefas diárias.

Com efeito imediato, nós da Eduvem disponibilizamos a todas as empresas que tiverem interesse em uma plataforma de educação a distância o seu uso gratuito.

Nesse momento de necessidade, estamos fornecendo licenças gratuitas de 60 dias para empresas que não são clientes Eduvem atualmente, por meio da Lanlink (www.lanlink.com.br) nossa parceira de negócios e sua equipe de vendas.

Também estamos ajudando nossos clientes atuais, liberando o uso ilimitado da nossa solução sem nenhum custo adicional.

Assistência 24/7 para todas as necessidades e continuidade dos negócios

Nossa equipe está trabalhando 24 horas por dia para garantir que suas necessidades de negócios sejam atendidas. A maioria dos serviços em nuvem planeja e tem espaço para picos de volume – não estamos falando apenas de infraestrutura, mas também a capacidade da rede. A Eduvem é uma plataforma homologada oficialmente pela Microsoft e usa as funcionalidades do robusto Azure, para que os usuários finais tenham a melhor experiência online.

Plataforma de educação a distância

A Eduvem é uma plataforma para elaboração, publicação e compartilhamento de conteúdo educacional em nuvem no Microsoft Azure. Com ela é possível manter um ciclo de capacitação desde a criação do programa educacional, apresentação e compartilhamento de conteúdo até a análise dos resultados e melhoria contínua.

Construída com foco na colaboração e usabilidade, a plataforma apresenta um ambiente simples e eficiente tanto para o seu uso quanto administração.

Ficou interessado e quer implementar a Eduvem na sua organização?

Entre em contato imediatamente com a Lanlink pelo site: https://www.lanlink.com.br/workaway/

Coronavírus, um desafio para o RH: empresas adotam o home office e ferramentas

Com a necessidade de isolamento social para conter a propagação do novo coronavírus no Brasil, empresas têm solicitado que seus funcionários trabalhem remotamente: o famoso Home Office.

A medida ainda não é uma quarentena imposta pelo governo, como ocorreu em Wuhan, na China, epicentro da doença. Lá, foi determinado que toda a cidade ficasse paralisada e que os cidadãos exercessem suas atividades sem sair de casa.

No Brasil, ainda não há uma regra geral do Ministério da Saúde para isso, e, até o momento, 15 estados têm registros de pacientes. Alguns governadores decretaram emergência de saúde, outros cancelaram aulas em escolas públicas e privadas e fecharam museus e cinemas.

Coronavírus

O avanço do coronavírus no Brasil tem feito as empresas brasileiras de tecnologia reagirem com planos de contingência emergenciais. Entre as alternativas adotadas está o incentivo ao home office para colaboradores. A grande maioria, ciente da gravidade da doença e de quão rápida é sua transmissão, institucionalizou a modalidade. Eventos e viagens, tanto nacionais e internacionais, foram suspensas, por enquanto.

Fornecedoras de tecnologia também têm liberado ferramentas de videoconferência e produtividade de forma gratuita. Google, Microsoft e Zoom, por exemplo, estão se organizando para atender às necessidades dos usuários existentes e comportar a nova demanda gerada pelo pico de uso das suas soluções. A Cisco também ofereceu licenças gratuitas para o Webex para lidar com o coronavírus.

Como o RH deve se posicionar?

Cabe ao setor de Recursos Humanos auxiliar os funcionários a se adequarem nesse período de emergência — seja dentro ou fora do escritório.

Para muitos essa é uma oportunidade para quebrar o paradigma de que o trabalho é apenas presencial, de que rende apenas quando todo mundo está junto. Com a internet, as plataformas de videoconferência, a computação e o armazenamento em nuvem são alguns dos pontos que tornam possível que alguns trabalhos sejam feitos remotamente. Esse cenário não seria possível há algumas décadas, o que poderia impactar ainda mais a economia do Brasil e do mundo. Além do trabalho remoto, escolas estão fechando e aulas estão sendo assistidas online.

Home Office

Para os RHs, isso significa uma mudança de paradigma. A forma como as empresas estão lidando com os fatos que estão acontecendo agora irá definir seus futuros — e isso inclui a forma de trabalhar. Portanto, é importante que os setores de recursos humanos estejam abertos e aptos para inovar.

Nós da Eduvem, estamos a disposição das equipes de RHs, no intuito de apoiá-las em um plano emergencial de treinamentos remoto. Nossa tecnologia (Eduvem Rapid Learning) está pronta e por ser extremamente simples, em poucas horas, treinamentos podem ser disponibilizados de forma remota para todos os seus colaboradores.

Entre em contato com a Eduvem e contem conosco nesta força tarefa contra o Coronavirus.

Caso necessite, agende uma apresentação comercial agora.

Organizações não conseguem parar de beber o passado!

Estamos vivendo fenômeno que podemos chamar de “intoxicação do passado“.

Conceituaria assim:

Fenômeno psico-social coletivo provocado por rápida disseminação de nova mídia, no qual setor produtivo passado não consegue aderir às novas práticas de negócio que passam a ser possíveis pelo novo ambiente informacional.

É como se houvesse uma espécie de compulsão pelo passado, similar a uma alcoólatra, que não consegue parar de beber.

A literatura tem demonstrado que esse tipo de compulsão não é combatida pelo convencimento de fora para dentro, mas da vontade de dentro para fora pela mudança.

Assim, não adianta insistir que mudanças precisam ser feitas, sem que a pessoas tomem a consciência, a partir dos problemas que vão se somando, que isso é uma medida inevitável.

É preciso que mais e mais clientes, antigos, atuais e novos vão aderindo a novas práticas, reduzindo a receita para que a situação vá ficando cada vez mais insustentável.

A iniciativa da nossa Comunidade Bimodal é uma reposta a esse tipo de problema.

Nós temos nos organizado por adesão, procurando analisar o fenômeno digital da forma mais objetiva possível, com a participação voluntária de um grupo grande de pessoas, que percebe que o discurso atual do mercado está intoxicado.

Não acredito que as pessoas mudam, na profundidade que é parar de beber (para uma alcoólatra) ou de praticar um modelo de negócios consolidado há séculos, através de bate-papo.

A pessoa precisa experimentar os limites do alcoolismo como da impossibilidade de continuar levando seu negócio no modelo antigo, para falar as palavras mágicas:

TENHO UM PROBLEMA E PRECISO DE AJUDA.

É isso, que dizes?

Tenho promovido um programa de capacitação para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0. através de aprofundamento em aspectos filosóficos, teóricos e metodológicos.

O programa atinge, no primeiro momento, pessoas físicas e profissionais, que querem lidar melhor com este futuro disruptivo e é passo inicial para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0.

Faço parte do Movimento dos Bimodais, pessoas, profissionais e empresas que procuram se posicionar de forma mais inteligente para enfrentar a passagem do mundo analógico para o digital.

Nosso objetivo é tomar decisões mais sábias, a partir de teorias mais consistentes, de tal forma que todos fiquem mais competitivos para lidar com esse futuro disruptivo.

Nosso movimento debate livros em temporadas no projeto “Leituras Compartilhadas sobre best sellers sobre Transformação Digital”.

E tem “Programa de Capacitação para ajudar Profissionais a terem visão Bimodal”.

Quer fazer parte dos grupos abertos bimodais ou do grupo VIP? Clique aqui. (e diga assim: quero ser bimodal, ou quero fazer o curso bimodal, ou quero fazer o curso bimodal e participar também do grupo vip.

Fonte: Carlos Nepomuceno

EAD – O futuro da educação está aqui

Confira algumas das vantagens do ensino a distância que você provavelmente não sabia!
Ensino a Distância é encarado por muitos como a educação do futuro, e também não é por menos! Ele chegou para encurtar distâncias, poupar tempo e estar ao alcance de todos. Nossa tecnologia evoluiu, e a maneira que aprendemos e ensinamos não é mais a mesma. O ensino à distância vem crescendo de forma gradual em nosso país e dados do Ministério da Educação revelam que 1 a cada 5 novos alunos de graduação, escolhem um curso nessa modalidade de ensino.

Diferentemente da modalidade presencial, o curso à distância é feito completamente sozinho, sem o auxilio de colegas de classe na hora das atividades. É cada um por si, por isso a dedicação muitas vezes chega a ser maior do que no método tradicional. Antes, os contratantes encaravam os formandos de EAD com certo preconceito, porém esse tipo de olhar está mudando. Os contratantes sabem que quem opta por um curso à distancia tem que ter muita perseverança, afinal não é qualquer um que consegue ter disciplina para concluir um curso realizado praticamente na frente do computador.

Vantagens que você provavelmente não sabia

  • Alunos de cursos à distância tem desempenho igual ou superior aos de graduação presencial no ENADE.
  • Resultados do ENADE mostraram que nas 13 áreas em que se pode comparar o EAD ao ensino presencial, os alunos de EAD tiveram desempenho melhor em 7 áreas (biologia, administração, ciências sociais, física, matemática, pedagogia e turismo), e apresentaram uma média 50% melhor do que os alunos do ensino tradicional.
  • A educação à distância surgiu da necessidade: o mundo se modernizou e ninguém mais tem tempo. Com o EAD é você que se programa para organizar da melhor maneira o seu tempo.
  • O EAD é uma forma de democratização do ensino. A qualidade do EAD em certos momentos é superior a do ensino presencial.
  • A disponibilidade de material de EAD é muito grande. Há textos, vídeos e fóruns para que você possa tirar todas as suas dúvidas do conforto da sua casa.
  • A comodidade na hora do estudo é maior em um curso à distância, além disso, a validade do EAD e do ensino presencial são as mesmas.
  • Se você tem um emprego que te obrigue a viajar constantemente, o EAD é a solução, já que você não precisa morar em uma determinada cidade e nem ficar preso à uma instituição física.
  • Muitas pessoas acham que no EAD o aluno fica distante do professor e a comunicação pode ser difícil. Mas na realidade não é assim. Há muitos debates, as dúvidas que surgem sempre vão sendo sanadas e a sala de aula vai sempre estar focada no tema. Às vezes, em uma sala presencial, é muito fácil se distrair e fugir do assunto, coisa que não acontece frequentemente no EAD.
  • O valor do EAD é muito mais em conta do que o ensino presencial. Além de não ser necessário gastar com transporte e alimentação diariamente.

Fechar os olhos para o ensino à distancia é desperdiçar uma oportunidade. Com o EAD só não estuda quem não quiser.

Fonte: https://www.ead.com.br

10 Citações Inspiradoras para Designers Instrucionais

Designers instrucionais carregam muito peso em seus ombros. Eles não apenas são responsáveis por criar experiências memoráveis de e-learning que deixam uma impressão duradoura, mas também devem garantir que todos os membros da equipe de pesquisa e desenvolvimento tenham os recursos de treinamento on-line de que necessitam. Felizmente, há algumas palavras de sabedoria para ajudá-los a manter o foco e evitar armadilhas comuns. Essas 10 citações inspiradoras podem dar aos Designers de Instrucionais o impulso de que precisam para navegar até mesmo nos projetos de e-Learning mais desafiadores.

1. “Quando se trata do design de experiências de aprendizagem eficazes, uma pergunta provocativa vale cem proclamações” (Bernard Bull)

A chave para o poderoso Design Instrucional é fazer com que os alunos online reflitam e pensem por si mesmos. Você pode “muni-los” com informações na esperança de que algo vai ficar ou você pode fazer perguntas que os levem a avaliar o assunto e atribuir o seu próprio significado.

2. “Design não é apenas o que parece e o que se sente, mas é como funciona” (Steve Jobs)

A estética é importante, mas o propósito do seu curso de eLearning e a acessibilidade da informação são igualmente importantes. É crucial projetar experiências de eLearning que sejam funcionais e amigáveis ao usuário. Concentre-se em como funciona e no porque você está criando em primeiro lugar.

3. “O princípio mais importante para projetar o eLearning animado é ver o design de eLearning não como um design de informação, mas como um design de experiência” (Cathy Moore)

Não estamos simplesmente transmitindo informações para os alunos on-line, mas projetando uma experiência de eLearning inteira que cativa suas emoções e as envolve ativamente. Cada elemento é apenas uma peça do quebra-cabeça para ajudar os alunos on-line a atingir suas metas e obter o máximo do conteúdo de eLearning. Como tal, devemos criar condições de aprendizagem positivas e ambientes que imergam e inspirem o nosso público.

4. “Quando se trata de e-Learning, o conteúdo significa tudo. Se o conteúdo de eLearning não é magistralmente projetado, todo o resto vai apenas pelo ralo” (Christopher Pappas)

Como diz outro ditado famoso: o conteúdo é rei. É o ponto crucial do seu projeto de curso eLearning e, portanto, deve ser uma prioridade. Cada parte do conteúdo que você incorpora em seu curso de eLearning deve se alinhar com os objetivos de aprendizado e ressoar com os alunos on-line. Se algo estiver faltando no visual ou no conteúdo, todo o resto ficará aquém das expectativas.

5. “A mudança é o resultado final de toda a verdadeira aprendizagem” (Leo Buscaglia)

Quando tudo estiver dito e feito, é tudo sobre como causar impacto e facilitar a mudança dentro de seus alunos on-line. O processo de aprendizagem deve incentivá-los a avaliar suas próprias cognições e trabalhar para melhorar a si mesmos. Mesmo que isso signifique desafiar suposições e crenças que as estão impedindo. Empurre os alunos on-line para além da zona de conforto sem que eles se sintam desconfortáveis.

6. “Você não pode ensinar às pessoas tudo o que elas precisam saber. O melhor que você pode fazer é posicioná-los onde eles podem encontrar o que precisam saber quando precisam conhecê-lo ”(Seymour Papert)

Você não pode forçar seus alunos online a aprender. No entanto, você pode fornecer a eles todas as informações necessárias e fornecer de uma maneira que seja fácil de entender. Assim, colocando-os em posição de expandir sua base de conhecimento. Isso também implica fornecer informações práticas no momento certo, como os materiais de treinamento on-line “momento de necessidade”.

7. “Onde minha razão, imaginação ou interesse não estavam engajados, eu não poderia aprender” (Winston Churchill)

Imersão e interatividade são essenciais para um aprendizado efetivo. Como Churchill tão habilmente colocou, toda experiência de eLearning deve se concentrar na razão (praticidade) e na centelha imaginativa. Se você não atender a essas necessidades humanas básicas, é menos provável que os alunos on-line assimilem as informações.

8. “Parece que a perfeição não é alcançada quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada para remover” (Antoine De Saint-Exupery)

Esta citação depende da sobrecarga cognitiva e do design simplista do curso de e-learning. O eLearning efetivo fornece os tópicos e omite o restante. Em outras palavras, apenas o que os aprendizes on-line precisam saber para realizar a tarefa ou superar o obstáculo. Não se trata de adicionar o máximo de informações possível, mas limitá-las ao básico.

9. “Existem três respostas para uma peça de design – Sim, não e WOW! Uau é o único a procurar ”(Milton Glaser)

É tudo sobre o fator wow. Você sempre pode apontar para uma resposta “sim” no Design Instrucional, mas isso não garante engajamento ou imersão do aluno. Impressioná-los é o objetivo principal, que vai além da estética e do layout. Cada aspecto da experiência de eLearning deve cativar sua atenção e se conectar com eles em um nível emocional.

10. “A Forma Segue a Função – Isso foi Mal Entendido. Forma e função devem ser uma, unidas em uma união espiritual ”(Frank Lloyd Wright)

Como algo parece ser tão importante quanto o funcionamento. No caso do Design Instrucional, o estilo do curso eLearning é tão crucial quanto a navegabilidade e a experiência do usuário. Você precisa ser capaz de fazer um balanço para deixar uma marca no seu público. Um curso de e-learning esteticamente agradável pode atrair a atenção deles, mas não vai aguentar. Assim como informações valiosas atendem à sua natureza pragmática, mas não conseguem formar uma conexão pessoal.

Não é fácil criar experiências de e-learning memoráveis. Mas essas citações podem ajudá-lo a manter seus olhos no prêmio e a projetar excelentes cursos de eLearning, mesmo que isso signifique superar obstáculos.

IDI Instituto de Desenho Instrucional

Confira os principais dados e tendências do Ensino a Distância no Brasil

Como o próprio nome já diz, o ensino a distância se dá através de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), geralmente inserido em uma plataforma EAD, que permite a integração entre o aluno e o curso online.

Essa nova realidade é considerada tanto uma oportunidade de aprendizado como uma oportunidade de negócios, pois além dos indivíduos interessados em aprender de um modo mais prático, as empresas utilizam cursos de ensino a distância no Brasil para capacitar funcionários e profissionais.

Fatores que aumentam a procura por cursos de ensino a distância no Brasil

Um dos principais fatores que influenciam na busca por cursos de ensino a distância no Brasil é a chance dos alunos ou profissionais inseridos ou não no mercado terem de cursar uma segunda graduação de forma mais rápida, eficiente e econômica, porém com a mesma qualidade e validade de um curso presencial.

Além disso, muitos estudantes estão optando por fazer esses cursos a distância em vez de escolher uma especialização ou até mesmo uma pós-graduação. Por esse motivo, a maioria das instituições de ensino pretendem realizar investimentos nos próximos anos, principalmente na área de cursos semipresenciais e de EAD.

Dados e tendências do ensino a distância no Brasil

Abaixo listamos os principais dados e tendências, segundo o último Censo realizado em 2015:

– 53% dos estudantes são mulheres;

– 49,78% têm entre 31/40 anos;

– 70% das instituições públicas que ofertam cursos de EAD contam com alunos que estudam e trabalham;

– 51% do total das instituições aumentaram os recursos direcionados a melhorias e/ou implementação da modalidade EAD com relação ao ano anterior;

– Só em 2014, os cursos EAD somaram 3.868.706 novas matrículas, sendo 519.839 (13%) nos cursos regulamentados totalmente a distância, 476.484 (12%) nos cursos regulamentados semipresenciais ou disciplinas EAD de cursos presenciais e 2.872.383 (75%) nos cursos livres, com uma média de 154 matrículas por curso.

– Evasão como desafio: para a maioria das instituições que participaram da pesquisa, o maior obstáculo enfrentado foi a evasão, cuja taxa média em 2014 foi de até 25% nas diferentes modalidades EAD.

Fonte: minhabiblioteca.com.br

Para onde vai a educação?

Quando se fala em futuro da educação a distância, é comum fazer previsões assustadoras e acreditar numa cultura dos Jetsons, em que crianças aprendem mais com robôs do que com humanos e a vida é orientada pelas tecnologias de ponta. Até bem pouco tempo essa era uma imagem do que seria o século 21 e, para a decepção da maioria, ainda se vive de forma muito parecida à geração anterior. Houve muita evolução no campo da tecnologia, sim. Mas as descobertas de última geração ainda são pouco acessíveis em um país como o Brasil.

Aprendizado high-tech do desenho futurista ainda está longe da realidade

No campo da educação, a inclusão ainda é restrita. Apenas 8% dos jovens brasileiros estão freqüentando escolas de ensino superior. Na Argentina este número salta para 30%. “Enquanto o Brasil não levar a sério sua universidade, não sairemos desse quadro”, acredita o presidente da Abed, Fredric Litto, que é um dos mais empolgados defensores de uma evolução radical do conhecimento. “Acho que estamos cada vez mais próximos de uma realidade semelhante à do filme ‘Matrix’, em que chips são instalados e o indivíduo pode simular ambientes de aprendizado. Os laboratórios têm pesquisas avançadas neste campo de conhecimento, mas é preciso que o cidadão comum e os governos estejam preparados para as transformações”, diz.

O ensino a distância

Discursos mais moderados apontam que por muito tempo o ensino não-presencial poderá ser uma importante ferramenta complementar para a educação tradicional. “A educação a distância ainda é muito mais interessante para aqueles que têm necessidades muito específicas, como concluir uma pós-graduação e se tornar mais preparado para o mercado da era digital”, diz René Birocchi, do IUVB.

Na mesma linha segue o sociólogo, matemático e pensador francês Michel Authier: “A educação a distância é muito válida para quem tem uma necessidade específica de aprendizado. Esta forma de educação ainda não é capaz de socializar o indivíduo, de ensiná-lo a se relacionar com os outros, a praticar esportes vitais para o desenvolvimento. Esse conhecimento continuará sendo fornecido no convívio real com seres humanos. Isto ainda é fundamental para o desenvolvimento do homem”, garante.

A área em que talvez se veja uma grande evolução é a da educação a distância voltada aos interesses empresariais. “Neste caso, a busca é muito mais intensa. O profissional que já está no mercado precisa correr contra o tempo para se especializar e se tornar mais competitivo”, diz Birocchi, que faz pesquisas neste campo dentro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Investimento em EAD

Investimentos de bilhões de dólares por parte das grandes corporações podem levar os desenvolvedores de ferramentas para EAD a descobrir novas linguagens para a formação de profissionais. “Isso vai acabar se refletindo nos cursos de graduação e até mesmo nos ensinos fundamental e médio, mas é uma transição longa do que temos hoje para o que será a educação a distância do futuro”, aposta Birocchi. “Estamos falando de uma mudança na forma de encarar a aprendizagem. Isso exige a quebra de uma série de valores sociais e culturais. E esse tipo de quebra acontece de forma muito lenta”, acredita.

Creditos: Ana de Fátima Souza – Revista Galileu – O Globo

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