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A Melhor Plataforma de Onboarding para Novas Contratações de 2022

A melhor plataforma de onboarding mencionada neste artigo pode ajudar a reduzir os custos de RH e ajudar os novos funcionários a se sentirem atraídos por sua empresa.

Os sistemas onboarding, como a Eduvem, também visam simplificar e automatizar muitas das tarefas administrativas de RH mais laboriosas associadas à introdução de novos funcionários em uma organização.

Um software de RH moderno e abrangente, como a Eduvem, proporciona a capacidade de embarcar funcionários em seu conjunto de aplicações de RH. Simples de instalar, acessível a partir de qualquer dispositivo smartphone, tablet ou computador O software rastreia os dados e registros dos funcionários de forma eficaz, mesmo antes do primeiro dia.

Estes são os elementos mais importantes que o programa de bordo (ou módulo de bordo dentro do software de RH) deve incluir.

Quatro Fases da Melhor Plataforma de Onboarding

Fase 1: Pré-Onboarding

A fase inicial do embarque, às vezes chamada de pré-embarque, começa quando um candidato potencial é aceito por você e continua até o dia da estréia. Este é um momento crucial para seus possíveis candidatos, pois eles são os mais inquietos sobre o que está por vir.

Qualquer erro de comunicação ou falha de comunicação pode fazer com que os candidatos pensem duas vezes em ingressar em sua empresa. Entretanto, quando forem tratados com eficácia e informados sobre os últimos desenvolvimentos na organização, eles começarão a se sentir mais entusiasmados com a decisão que tomaram de ingressar em sua empresa.

Na fase inicial do embarque, certifique-se de que os funcionários sejam capazes de preencher todos os documentos necessários. É importante dar aos funcionários bastante tempo, já que eles podem estar terminando com tarefas que eles têm que completar na empresa anterior. Se eles estão se mudando e precisam de assistência para encontrar um novo lar. Também é possível enviar-lhes um e-mail ou um documento que dê uma rápida visão geral de como sua empresa funciona e como será o dia em que eles começarem.

Fase 2: Acolhendo os novos funcionários na melhor plataforma de Onboarding

A segunda etapa do onboarding pode ser dedicada a acolher novos funcionários em sua empresa e dar-lhes uma orientação que ajudará os novos funcionários a se ajustarem. Lembre-se de que eles podem não estar familiarizados com quem está em sua empresa neste momento, e podem não estar cientes da forma como as equipes trabalham todos os dias.

É por isso que é importante proporcionar-lhes uma compreensão da organização antes de começarem seu trabalho. A maioria dos novos funcionários está ansiosa para começar, mas é melhor limitar o período a menos de uma semana inteira.

Tornar o dia inicial tão simples quanto possível. Durante o período de orientação, ajude-os a compreender melhor a cultura de sua organização e demonstre que seus procedimentos no local de trabalho estão de acordo com o estilo de trabalho. Fale sobre temas como tempo livre e seguro médico de assistência, as apólices relativas à folha de pagamento.

A Melhor Plataforma de Onboarding para Novas Contratações de 2022

Se necessário, oriente-os para estacionamentos, lanchonetes ou instalações médicas. Depois, você pode apresentá-los a seus colegas e outras partes interessadas importantes. Após a segunda parte, você pode marcar uma reunião inicial com os novos funcionários para garantir que eles se sintam confortáveis e estejam se ajustando bem.

Fase 3: Instruções específicas de função

Este estágio de treinamento está entre os aspectos mais críticos do onboarding e está diretamente relacionado com a eficácia que os novos funcionários terão em seu trabalho. Se você não fornecer treinamento formal, os funcionários podem não estar cientes das habilidades necessárias para serem bem sucedidos.

No final, eles podem ser propensos a sentir descontentamento e isto pode resultar em uma alta taxa de rotatividade. Por outro lado, um programa eficaz de treinamento de novos contratados garantirá que os funcionários sejam bem-vindos, mostrando-lhe preocupação com seu progresso.

No início do treinamento, certifique-se de que os funcionários se familiarizem com o Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem. Se você fornecer cursos on-line, eles não precisam ser sobrecarregados quando olharem para o software.

Considere explorar vários tipos de estratégias de aprendizagem, tais como aprendizagem mista e auto-aprendizagem, etc., para garantir que os novos funcionários possam escolher o tipo de aprendizagem com o qual se sentem confortáveis. Todos os materiais embarcados devem ser armazenados com segurança em uma área que os funcionários possam acessar e consultar rapidamente.

Fase 4: Fazendo a transição para seu novo emprego

A etapa final do embarque ajudará os funcionários na transição de um funcionário que é novo para um funcionário em tempo integral. Seus gerentes devem estabelecer expectativas específicas para os novos membros da equipe para garantir que eles entendam as responsabilidades que têm que cumprir.

É melhor estabelecer metas claras que os ajudem a entender como são o sucesso, a qualidade, bem como a produtividade. Após um período de tempo, como um mês ou um trimestre, você pode conduzir uma avaliação de desempenho para destacar suas realizações até o momento e ajudá-los a aumentar seu desempenho.

Painel de Boas Vindas na Melhor Plataforma de Onboarding

Os empregadores devem se engajar com novas contratações desde o momento em que são contratados. Os portais de boas-vindas dos funcionários são um elemento padrão do software de bordo, pois podem ser usados para fazer exatamente isso.

Servindo como um centro de informação, o portal de onboarding permite uma comunicação fácil com os novos funcionários e lhes dá acesso a todas as informações que eles precisam ter antes de começar (dia de início, data de início de endereço, informações sobre números de contato, etc.).

Como o conteúdo visual está entre os métodos mais eficazes para alcançar as pessoas e fazê-las se sentirem mais conectadas, a capacidade de adicionar imagens e incorporar vídeos em um portal on-line é vital, seja uma breve saudação de seu CEO do negócio, um vídeo destacando a cultura da empresa (entrevistas com o pessoal ou dias fora do escritório, etc.) ou um vídeo que destaque os valores e objetivos de sua marca.

O portal que você escolher usar deve ser simples de conectar a documentos, ou conter o conteúdo que aborda outras informações vitais, como o que esperar no primeiro dia ou mesmo durante semanas. Ninguém quer ter dúvidas sobre o que é esperado em seu novo emprego e portais de boas-vindas são um bom método para que os funcionários se sintam à vontade antes e depois de começar.

Gerenciamento de Tarefas na Melhor Plataforma de Onboarding

Algumas funções de bordo não são de responsabilidade exclusiva do RH. É comum que as funções sejam distribuídas por vários departamentos:

A TI já configurou o novo laptop do starter? E é capaz de acessar o e-mail? Você já organizou sua folha de pagamento? O gerente de linha deles organizou os check-ins e as induções?

Na ausência de software onboarding, particularmente quando é necessário o onboarding remoto, pode ser difícil para o RH rastrear quem completou o quê, e o que precisa ser checado de novo. Soluções de onboarding que incluem listas de verificação e gerentes de tarefas o incitarão a tomar medidas de seus colegas de trabalho, e até mesmo de seus novos funcionários, enviando-lhes notificações, assegurando que os processos cruciais não sejam esquecidos.

Além disso, você terá um resumo claro do que ainda não foi concluído para ter certeza de que todos estão cientes do que devem completar, e que você será capaz de rastrear tarefas importantes se elas não foram concluídas.

Integração com Outros Sistemas

Se você optar por usar um sistema de bordo que seja autônomo, ele deve ser integrado com seu sistema de RH. O novo funcionário se tornará rapidamente um funcionário em tempo integral, portanto, quaisquer detalhes que você coletar do novo portal de marcenaria devem ir diretamente para o seu sistema de RH.

Os perfis da equipe que você tem dentro de seu sistema de RH estarão automaticamente disponíveis para novos funcionários e seu software de bordo precisa aproveitar as relações de comunicação que você tem dentro de seu sistema de RH para atribuir as tarefas e emitir avisos. Um sistema de onboarding que seja capaz de se integrar facilmente com suas informações de RH existentes é uma economia de tempo absoluta.

Você está interessado em aprender detalhes sobre o ciclo de vida e o módulo de funcionários de RH da Eduvem, a melhor plataforma de onboarding?

Plataforma de Employee Experience [Uma Nova Categoria]

Uma das tendências mais significativas no domínio do emprego é encontrar formas de tornar o trabalho mais fácil com uma Plataforma de Employee Experience. Neste mercado de trabalho em expansão, as pessoas estão dispostas a deixar os seus empregos em um ritmo recorde, e as pesquisas mostram que a taxa de demissão voluntária subiu para mais de 15% (isto significa que uma em cada seis pessoas decidiram deixar os seus empregos para procurar um novo).

Plataforma de Employee Experience  [Uma Nova Categoria]

Contudo, as pessoas estão trabalhando mais horas, ocasioando mais estresse e sentindo-se menos produtivas do que nunca. Na verdade, a produtividade em todas as economias desenvolvidas está diminuindo e não há um consenso entre os economistas do principal motivo.

O Papel dos RH no Crescimento e Produtividade

Como tudo isto tem acontecido, os departamentos de RH em todo o mundo estão comprando novas plataformas em nuvem, repensando a gestão do desempenho, e colocando benefícios, regalias, e programas de recompensa num esforço para melhorar o trabalho.

A batalha sempre crescente pelos benefícios é muito complexa. As despesas com benefícios dos EUA aumentaram em 32% (mais de $1 trilião anualmente nos EUA) e a maioria deste aumento é atribuída à saúde e ao bem-estar, bem como a melhores benefícios de reforma. Os empregadores são agora obrigados a preencher as lacunas da nossa economia que deixaram as pessoas desamparadas e a responsabilidade recaiu sobre os RHs.

No meio de tudo isto as empresas estão adquirindo cada vez mais tecnologias para auxiliar os times de RH, como uma Plataforma de Employee Experience. O mercado da tecnologia de RH está estimado em 8 bilhões de dólares e mais de 4 bilhões de dólares de capital privado e de capital de risco foram investidos nele. (Ainda na semana passada, uma empresa de participações privadas comprou a Ultimate Software por 11 bilhões de dólares para ganhar mais dinheiro).

No entanto, será que toda Plataforma de Employee Experience ajuda?

Sim “de certa forma”. Apesar dos biliões de dólares investidos em novos Sistemas de Gestão de Capital Humano baseados na nuvem (vendidos pela ADP, Ceridian, Oracle, SuccessFactors, Ultimate Software, Workday, e muitas outras empresas) a investigação revelou que o mercado para a tecnologia de RH está tornando-se mais desorganizado.

A maioria das empresas está entusiasmada por finalmente ter um sistema “tudo em um”, e na realidade, a maioria destes novos sistemas estão a substituir sistemas antigos e heterogêneos que nem sempre se ligavam uns aos outros.

No entanto, mesmo depois de ter implementado a mais recente e dispendiosa Plataforma de HCM, as empresas ainda não estão fornecendo o tipo de experiência que os empregados desejam.

Num estudo de investigação que será lançado nos próximos meses, descobriu-se que 59% das empresas acreditavam que a sua nova plataforma seria mais fácil de utilizar, mas apenas 35% viram realmente os benefícios. Muitas organizações informam que “sim, concluímos a transição massiva no dia de trabalho | Oracle | SuccessFactors mas não somos capazes de proporcionar aos empregados a conveniência que eles desejam”.

A questão? A noção de que seríamos capazes de criar uma plataforma de capital humano parece ter passado por entre os nossos dedos. Na realidade, poderia nunca ter sido um objectivo viável.

Pense no mercado para o consumidor. Google, Facebook e Amazon têm muitos sistemas back-end, mas nós temos uma interface simples para os consumidores. Da mesma forma que eliminaram a complexidade criando uma camada de interface que é front-end e construíram uma camada back-end. Temos de desenvolver uma estrutura semelhante para os empregados das nossas empresas. Esta é a era da tecnologia para os serviços de RH e é por isso que necessitamos da “Plataforma de Employee Experience”.

Plataforma de Employee Experience  [Uma Nova Categoria]

Arquitecturas de Tecnologia de RH para o Avanço da Soluções de RH

Há inúmeras aplicações relacionadas com os empregados que necessitamos dentro das nossas organizações. Estas incluem uma variedade de ferramentas para avaliar e recrutar candidatos e uma diversidade de ferramentas para descobrir conteúdos e aprender, além de ferramentas para ajudar na administração de benefícios, programas de recompensa do bem-estar, bem como uma diversidade de ferramentas para ajudar na assiduidade e tempo, bem como no agendamento, relocalizações de queixas de empregados, mudanças familiares e muito mais.

As incríveis aplicações não provêm de nenhuma empresa. Claro, as empresas de ERP propuseram-se a desenvolver cada uma delas. No entanto, chegaram à conclusão de que não são capazes de acompanhar a velocidade do avanço tecnológico, e reposicionaram-se como plataformas abertas.

No mês de Junho do ano passado, a SAP investiu na sua própria solução inicial SAP.iO para ajudar a financiar empresas que se integrem e a Oracle operou a sua própria iniciativa ISV durante muito tempo. É tudo um esforço para manter o seu estatuto na vanguarda do mercado como a “tecnologia central do futuro”.

Sugere-ser que este esforço já não faz sentido. É claro que as empresas querem um sistema de registos de HCM, mas está tornando-se cada vez mais difícil armazenar toda essa informação num único local. Da mesma forma que o Google ou a Amazon e o Facebook combinam os seus dados no seu perfil como utilizador, consolidando informação de múltiplas aplicações, precisa-se conseguir o mesmo no RH.

Isto significa que precisamos de um conjunto de programas para fornecer uma interface de utilizador que nos permita construir viagens de empregados, criar aplicações, conceber e gerir fluxos de trabalho, e até adicionar chatbots, bem como outros tipos de interfaces que possam ser utilizados.

As empresas devem reconhecer que a inovação já é uma realidade. Enquanto os grandes fornecedores de HCM têm excelentes ferramentas, as equipas de RH procuram constantemente a “próxima maior tendência” na gestão de carreiras, recrutamento e bem-estar, aprendizagem ou remuneração, impulsionada pela inteligência artificial. Exige-se uma infra-estrutura que permita e encoraje este tipo de inovação sem interromper constantemente os funcionários, introduzindo “outra ferramenta a utilizar”.

A resposta é um software denominada “A Plataforma de Employee Experience”. Semelhante à forma como o software middleware estava em expansão na última década, o mercado para uma camada de software centrada no utilizador está deslocando a indústria de RH. Isto não é simplesmente uma boa ideia. Já está acontecendo.

De acordo com uma conferência de utilizadores ServiceNow em Outubro, por exemplo, foram identificados mais de 14.000 empresas à procura de software para ligar a sua experiência completa de serviço ao cliente end-to-end para empregados. Isto está certamente concentrado atualmente na “prestação de serviços”, mas, a seu tempo, o número de experiências e aplicações dos empregados que será criado utilizando estes sistemas aumentará.

Podemos analisar como aplicação semelhante ao onboarding. Cada empresa deve recolher informações dos empregados, fornecer um e-mail e um computador e enviar-lhes instruções sobre os seus crachás e procedimentos de segurança, apresentá-los ao seu trabalho e à sua equipe, bem como mostrar-lhes como devem ser pagos, fazer cartões de ponto, usar férias e assim por diante. Depois há a questão de ensinar ao jovem empregado a forma correta de trabalhar e se relacionar dentro da nossa organização, bem como criar um sentido de pertença e também aconselhar os locais certos para procurar assistência.

Se você passar uma semana inteira imerso na Deloitte não conseguirá lembrar-me de tudo o que tinha aprendido, mesmo com uma semana de experiência. Se houvesse um “sistema” (ou “aplicativo” que reunisse todos os dois num único fluxo de trabalho, teria tudo isso durante o meu primeiro ano na empresa. É um excelente uso que pode ser usado com a Eduvem.

A Eduvem é uma aplicação que permite às empresas criar a experiência de vários passos, baseada no fluxo, ligá-la às muitas aplicações de RH e TI que são necessárias e remover o utilizador das complexidades do processo por detrás dos bastidores. Se a empresa decidir mudar para sistemas LMS, os empregados não sabem.

Em muitos aspectos, plataformas como a Eduvem serão as novas versões do “portal do empregado”, que é o que a maioria das empresas constrói por conta própria.

Se examinarmos as maiores implementações de ERP HCM em todo o mundo, a maioria das empresas chega à sua conclusão de que necessitam de um ERP. Os principais intervenientes neste espaço incluem ServiceNow, WillisTowersWatson, IBM, Deloitte, e muitos outros que se estão a juntar ao cenário.

Startup Cearense Eduvem projeta aumentar em 10 vezes faturamento neste ano

Em 2021, a edtech cresceu em 20 vezes, e agora abrirá vagas para novos colaboradores

O balanço de 2021 para a startup Eduvem foi de crescimento exponencial, com faturamento vinte vezes maior, e a chegada de dezenas de novos clientes como Solo Networks, Mob Telecom, Imex Medical Group. Focada na tecnologia para melhorar a aprendizagem, a empresa cearense finalizou a primeira jornada de aceleração na BS Innovation Hub, que tem como objetivo colocar o Ceará em relevância no mapa de inovação do Brasil.

Thiago Jacinto COO da Eduvem

Para 2022, a startup está pronta para sua primeira rodada de investimento, sendo vista e acompanhada por investidores nacionais, como uma das próximas a se destacar nacionalmente. Diante deste cenário, a Eduvem, que possui metodologia e tecnologia próprias homologadas mundialmente pela Microsoft, projeta aumentar seu faturamento em 10 vezes, abrindo vagas para novos colaboradores no ano de 2022.

“Mais do que utilizar tecnologia no ensino a distância, que não é algo tão novo, o foco da Eduvem está em aperfeiçoar a experiência de ensino e de eventos online, para o público adulto. Com uma nova forma de exposição e gestão do conteúdo produzido, muito parecida com as plataformas de streaming atuais, nosso cliente disponibiliza online treinamentos, eventos, reuniões, feiras, congressos, além de material de apoio, testes e avaliações, certificados e certificações, chat ao vivo, tutoria, entre outras funções importantes”, explica Thiago Jacinto, diretor de Operações na Eduvem.

Há pouco mais de um ano, a Eduvem foi testada e homologada, não só pelo mercado, mas pela própria Microsoft que a lista mundialmente em seu Marketplace, atestando a robustez da solução, ampla qualidade da sua arquitetura e infraestrutura, além da segurança e disponibilidade.

Outra grande vitória conquistada pela startup foi no início da pandemia do Covid-19, quando foi firmada uma parceria institucional com o Grupo Educacional Farias Brito, Microsoft e Lanlink, para viabilizar conteúdo online aos jovens do ensino médio da rede pública. Essa união veio atender um edital público da Secretaria de Educação do Estado do Ceará.

“Assim unimos todos os 480 mil alunos e 18 mil professores do estado que tiveram acesso ao mesmo conteúdo do programa de estudo do Farias Brito e Editora Moderna, de altíssima qualidade e em suas casas, em prol de auxiliarmos o ensino público cearense a não perder aulas e não se atrasarem com o ano letivo. O conteúdo com mais de 2000 aulas, a plataforma, infraestrutura e suporte foram cedidas gratuitamente, não sendo gasto 1 centavo pelos cofres públicos do estado do Ceará”, conta o diretor.

Sobre a Eduvem

Startup (edutech) focada na tecnologia, usabilidade e design desenvolvendo produtos, aplicativos e ferramentas para melhorar a aprendizagem. Acredita na importância da educação como fonte de transformação para pessoas, empresas e instituições. Por meio de inovações tecnológicas, explora novas formas de colaboração. Assim, além do crescimento individual, abre novos horizontes para equipes, produtos, serviços e consumidores. Atuando há 2 anos no mercado, soma mais de 600 mil alunos cadastrados, mais de 480 mil provas executadas e mais de 430 mil certificados emitidos.

Eduvem integra o Grupo Fortes Tecnologia para criar soluções inovadoras em treinamento corporativo

A startup Eduvem, edutech focada na tecnologia para melhorar a aprendizagem, agora integra o Grupo Fortes Tecnologia para propor soluções inovadoras e alavancar os resultados em treinamento corporativo. A medida foi possibilitada por meio de uma fusão com a empresa Elore, que também é focada em treinamentos e faz parte do Grupo Fortes.

Avaliada em R$ 3,8 milhões, com a nova fusão a Eduvem aumentou seu valor em 150%. A Startup cearense é uma das aceleradas pelo BS Innovation Hub, que tem como objetivo colocar o Ceará em relevância no mapa de inovação do Brasil. A edutech está sendo vista e acompanhada por investidores nacionais, como uma das próximas a se destacar nacionalmente.

#GoEduvem #GrupoFortes

Eduvem no maior evento de tecnologia da China

A convite da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SEDET) iremos participar da China Hi-Tech Fair, a maior feira de tecnologia da China.

O evento acontecerá entre os dias 17 e 21 de novembro de 2021, em formato virtual e presencial na cidade de Shenzhen, China. Dessa forma, as atividades ao vivo do evento serão realizadas no Fuso Horário dessa região, que são 11 horas a mais que o fuso horário de Brasília.

🤝 Reuniões bilaterais com grandes empresas de tecnologia do mundo!
🚀 Stand virtual na maior feira de tecnologia da China!
🖥️ Mais de 2 MILHÕES de participantes apenas no formato virtual!

#GoEduvem

BS Innovation Hub inaugura estrutura física

O espaço fica localizado no BS Design, e possui 300 metros quadrados, com recepção, duas salas de reuniões, apoio de marketing e jurídico.

Nesta terça-feira (29) aconteceu a inauguração do BS Innovation Hub, com evento online e presencial, restrito a convidados. O espaço fica localizado no BS Design, e possui 300 metros quadrados, com recepção, duas salas de reuniões, apoio de marketing e jurídico, além de um salão com 20 assentos para mantenedores, sala de direção, espaço de descompressão e dez salas destinadas às startups.

À frente da gestão, os sócios Eduardo Hamdan, Marcus Vinícius Saraiva e Strauss Nasar se uniram fruto da iniciativa das empresas Gomes de Matos Consultoria, Cordel Ventures e BSPar Incorporações. O Edital do BS Innovation Hub, lançado em março, selecionou e já está acelerando 8 startups nesse 1º semestre de operação e a Eduvem foi uma das escolhidas para aceleração. O próximo edital de seleção será aberto em outubro.

O objetivo do BS Innovation Hub é fortalecer o ecossistema de inovação no Estado do Ceará e priorizar, inicialmente, oito segmentos de negócios, entre os quais foram contemplados no primeiro edital: marketing e vendas, construção civil, internet das coisas, saúde, educação, finanças e logística.

Segundo o sócio Eduardo Hamdan, o Ceará é muito fértil neste aspecto, e tem um grande potencial de crescimento e escala, contudo a mortalidade das empresas também é expressiva pela falta de incubação, aceleração, mentoria e incentivos.

“O Ceará está em 11º lugar em número de startups no Brasil e há 187 startups registradas, segundo a Associação Brasileira de Startups. A mais conhecida é a unicórnio Arco Educação. O potencial do Ceará é absurdo e precisa ser melhor explorado”, afirma.

Estudo comprova: Jogar Videogame Faz Bem ao Cérebro

Mais um estudo foi divulgado para comprovar que sim, jogar videogame faz bem ao cérebro. Pesquisadores constataram que jogar desenvolve as regiões do cérebro responsáveis pela navegação espacial, formação de memória, habilidades motoras e até planejamento estratégico.

Os cientistas recorreram a um dos personagens mais queridos e icônicos do universo gamer: o simpático encanador Mario, da Nintendo. A pesquisa funcionou assim: durante dois meses, um grupo de adultos jogou Super Mario todos os dias por pelo menos 30 minutos, enquanto um outro grupo ficou sem jogar o game no mesmo período.

Os pesquisadores afirmam ter analisado através de ressonância magnética áreas onde essa massa cinzenta se expandiu, como no hipocampo direito, no cortéx pré-frontal direito e no cerebelo. Apesar dos nomes não serem muito conhecidos pelo público, essas são partes do cérebro que estão diretamente ligadas a funções cognitivas do órgão pensante.

Os testes foram conduzidos pela Charité University Medicine St. Hedwig-Krankenhaus, da Alemanha. Segundo os cientistas, o próximo passo é usar os jogos no tratamento de Alzheimer ou estresse pós-traumático, doenças que causam a diminuição do cérebro. Para ilustrar, um vídeo fantástico do AaronGrooves. Impossível não curtir e compartilhar.

A indústria dos videojogos perdeu a sua inocência há algum tempo atrás. Hoje em dia é uma indústria estabelecida que é admirada pela sua força tecnológica e capacidades inovadoras, bem como pela sua visão empresarial altamente desenvolvida.

Estudo comprova: jogar videogame faz bem ao cérebro

Não é segredo que este sector deverá terminar o ano com um lucro global anual superior a 150 mil milhões de dólares, e um aumento anual de 9,6 por cento, de acordo com a Newzoo, empresa de inteligência de mercado.

Com tais números não é uma surpresa que os videojogos sejam a indústria audiovisual mais popular, muito à frente do cinema e da música. Nem sequer Hollywood consegue igualar a indústria que tem 2,5 mil milhões de jogadores em todo o mundo, e especialmente com jogos como Fortnite com mais de 139 milhões de jogadores.

A excitação pelo jogo varreu as fronteiras e já está muito mais a ganhar gigantes como a Netflix, de modo que a Disney e a HBO como seus principais concorrentes na luta para assumir a liderança na indústria do streaming audiovisual.

As vantagens dos videojogos também tiveram impacto na educação através da aprendizagem baseada em jogos. Esta técnica de ensino faz uso de jogos que são benéficos para transmitir informação aos estudantes, isto é, jogar videogame faz bem ao cérebro e aumenta a aprendizagem.

O método baseia-se em três aspectos principais:

  • Dá vida à educação e transforma-a num jogo emocionante e divertido, sem aulas aborrecidas. Os alunos aprendem e retêm a informação sem sequer darem por isso.
  • Ajuda a aumentar a motivação. Os estudantes desempenham o papel principal na história, e as suas realizações são recompensadas com prémios, bónus de vida, etc. Isto mantém-nos empenhados e mantém o interesse dos estudantes na aprendizagem.
  • Oferece oportunidades para a prática Os estudantes podem utilizar as competências que aprendem sem se arriscarem em situações perigosas. É exactamente disto que se trata, por exemplo, os simuladores de voo e navegação.

BS Design será a sede do novo Hub de inovação para acelerar startups cearenses

O BS Innovation Hub divulgou a relação das startups selecionadas em seu primeiro edital de inovação. O Hub terá sede no BS Design e chega ao Estado com a meta de incubar e acelerar o desenvolvimento de novas empresas de tecnologia no Ceará. O novo Hub é uma iniciativa da Gomes de Matos Consultoria, Cordel Ventures e BSPAR Incorporações.

Eduardo Gomes de Matos e Beto Studart são sócios da iniciativa. Foto: Divulgação

Eduardo Gomes de Matos e Beto Studart são sócios da iniciativa. Foto: Divulgação

O escritório, de 300 metros quadrados, será instalado no BS Design, e tem como sócios Eduardo Handam, Marcus Vinícius Saraiva e Strauss Nasar. Serão aceleradas startups prioritariamente de oito verticais: retailtechs, martechs, healthtechs, fintechs, logtechs, IoT, edtechs e construtechs.

Segundo Marcus Vinícius, o programa de aceleração é realizado em um período de seis meses, com 16 encontros, que vão desde modelo de negócios, marketing, administrativo financeiro, gestão de pessoas e termina com a preparação de um kit para atrair investidores.

“O objetivo é fazer com que essas startups sejam preparadas no período de seis meses para ganhar tração, ou seja, vão poder vender para mais gente com a nossa metodologia de aceleração. Além disso, validar seu modelo de negócio com a conexão com os mantenedores, e no final vão buscar investimentos e ter seu crescimento exponencial”, destacou o sócio do BS Innovation Hub.

BS Design vai abrigar o escritório onde funcionará o BS Innovation Hub

A relação das selecionadas é a seguinte: Simple XR (TIC) – plataforma de comunicação XR (Facilita o desenvolvimento e escalabilidade de experiência em 3D e realidade aumentada); Sim bora (Logtech) – plataforma de Delivery (Simplifica a realização de serviços a domicílio), e Eduvem (Edtech) – plataforma de educação (Empresa de inovação que usa a tecnologia como conceito na maximização da experiência do usuário, desenvolvendo a usabilidade, acessibilidade e ergonomia com o objetivo de otimizar recursos e dar maior poder e abrangência a experiência de compartilhar conhecimento).

Também integram a relação: SPX pay (Fintech) – plataforma financeira (App que facilita e agiliza os pagamentos sem burocracia, sem taxa e com cashback para empresas e seus colaboradores). Quiz Ortopedia (Edtech) – plataforma educacional (Facilita o ensino em ortopedia para médicos residentes, através de resoluções de questões personalizadas, comentadas e atualizadas); Plix (Retailtech) – plataforma de loja virtual de rede social (Uma loja virtual completa para vender produtos e serviços através do instagram e whatsapp), e Invista (Retailtech) – plataforma de E-commerce (Entrega loja virtual para varejistas via site e aplicativo)

Eduvem é uma das startups selecionadas para a fase final do processo de aceleração da BS Innovation Hub

BS Innovation Hub: confira as startups selecionadas para a fase final do processo de aceleração
Apenas 24 equipes foram classificadas para a última fase.

Iniciativa apoiada pelo Grupo Cidade de Comunicação (GCC), o processo de aceleração de startups da BS Innovation Hub recebeu mais de 50 inscrições. Contudo, apenas 24 equipes foram classificadas para a última fase. Composta pelas empresas Gomes de Matos Consultoria, Cordel Ventures e BSPAR, a BS Innovation Hub inaugura uma nova etapa de inovação e criação de novos negócios no mercado cearense.

A última fase do processo seletivo está marcada para a próxima terça-feira (20) e consistirá em apresentações orais. Cada CEO das startups selecionadas terá cinco minutos para defender a sua ideia de negócio diante da bancada formada por membros da BS Innovation Hub e por mentores convidados. O Grupo Cidade, um dos mantenedores dessa ação, também participará da escolha dos finalistas.

Confira as startups selecionadas
1. ALS ENGENHARIA
2. AUDO
3. BIIO
4. COBI
5. DABELE CURSOS
6. DRONDONES
7. EDUKON
8. EDUVEM
9. IBETTING APP
10. INVISTA TECH
11. KINBOX
12. OMNIDECISION
13. PEGUELEVE
14. PETPETPET
15. PLIX
16. QUIZ ORTOPEDIA
17. SELLETIVA
18. SIMBORA
19. SIMPLES XR
20. SPX PAY
21. TOCK TECNOLOGIA
22. UP BUSINESS GAME
23. VELOO
24. VENDEI

BS Innovation Hub e Grupo Cidade

De acordo com Edson Ferreira, diretor geral do GCC, a parceria insere o maior conglomerado de mídia cearense “em um outro patamar como grupo de mídia multistreaming, potencializando as nossas possibilidades e sedimentando nossos investimentos. Fomentar o ecossistema de inovação no Ceará coloca o Grupo Cidade em uma posição de vanguarda, liderando o processo que certamente será um case em todo o País”.

Miguel Dias Filho, presidente do GCC, comemora a parceria. “O Grupo Cidade é uma empresa promissora, aberta à tecnologia e disposta a acompanhar as transformações da sociedade. Nossa parceria com o BS Innovation confirma a ousadia que nos mantém firmes há 43 anos. É uma forma de buscarmos efetivar a nossa vertente tecnológica, através da qual potencializamos a nossa produção de conteúdo para a televisão, as rádios e o nosso portal de notícias. É assim que nos preparamos para o futuro”, finaliza.

Fonte: https://gcmais.com.br/

Inovação, o salto de hoje para o futuro da indústria

A crise econômica e social provocada pelo novo coronavírus despertou ainda mais a necessidade de investirmos em inovação para não ficarmos cada vez mais para trás. Mostrou a importância de se investir constantemente em ciência, tecnologia e inovação. Com poucos investimentos nesta área, o Brasil ficou “na mão” de outras nações, que dominam tecnologias para produção de insumos, equipamentos médico-hospitalares, medicamentos e vacinas.

Por outro lado, para algumas empresas a crise virou oportunidade. O mundo teve que sair da zona de conforto e abraçar a Inovação como um kit de sobrevivência. As startups nunca voaram tão alto em solo nacional. No ano passado, surgiram 4 novos unicórnios, deixando o Brasil na lista dos 10 países do mundo com maior número de startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

Inovação no Brasil

Segundo pesquisa da CNI, um a cada três empresários acredita que a indústria brasileira precisará dar um salto de inovação nos próximos cinco anos para garantir a sustentabilidade dos negócios em curto e longo prazos. Para 31%, o grau de inovação da indústria será alto ou muito alto nos próximos cinco anos, principalmente por necessidade.

A pesquisa também mostra que 83% das indústrias precisarão de mais inovação para crescer ou mesmo sobreviver no mundo pós-pandemia, sobretudo em sua linha de produção. E apesar das startups terem deslanchado em 2020, ainda tem muito mercado para crescer, pois 90% das indústrias grandes e médias brasileiras NUNCA trabalharam com uma startup.

Ao longo dos anos os governos não deram prioridade para políticas, investimentos e o consequente desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Retrato dessa realidade é que ocupamos apenas o 62º lugar no Índice Global de Inovação no ranking que abrange 131 países, posição incompatível com o fato de sermos a 9ª principal economia do mundo.

Os dez mais bem colocados do índice são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Alemanha e Coreia do Sul. Os países da OCDE investem em média 2% do PIB em P&D. Já os países considerados mais inovadores vão bem além. A Coreia do Sul destina 4,3% do PIB, Israel – 4,2% e o Japão – 3,4%.

Países competitivos no cenário global têm indústria forte e elegeram a inovação como estratégia de desenvolvimento. É isso que o Brasil precisa! Essas nações priorizam investimentos em ciência, tecnologia e inovação e apostam fortemente em políticas com visão de futuro a fim de fortalecer a qualidade da educação e o sistema de financiamento e fomento à inovação.

Como tornar a Inovação uma realidade

“Um ponto importantíssimo para que a indústria possa investir mais é a aprovação de marcos legais que tragam segurança jurídica para atrair investidores para o Brasil”, diz Gianna Sagazio, diretora de Inovação da CNI.

Outro fator essencial para o aumento dos investimentos é o descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), principal ferramenta de financiamento à inovação do país. Em 2020, pouco mais de 10% dos R$ 680 milhões, apenas 13% dos R$ 6,8 bilhões previstos no orçamento para essa área foram liberados pelo governo federal. O Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 135/2020, que impede a retenção de verbas destinadas ao fundo, foi aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro, mas o principal ponto que trata do descontingenciamento dos recursos do Fundo foi vetado pelo presidente. Esperamos que o Congresso Nacional derrube o veto.

“É preciso agir com rapidez, pois diante do ambiente de crescente competição internacional, a inovação será um grande diferencial com peso, cada vez maior, para o desenvolvimento de um país. Fortalecer a indústria e priorizar a inovação serão peças-chave para o crescimento e o desenvolvimento do Brasil”, completa Gianna.

Fonte: CNN

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