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Empresas investem em treinamento online para os funcionários

Segundo pesquisa da ABTD, a situação atual é diametralmente oposta à que existia antes da pandemia, sendo que setores como serviços e administração pública foram os que mais contribuíram para o aumento de investimento em treinamento online pelas empresas.

Empresas investem em treinamento online para os funcionários

Um estudo recente realizado pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), em colaboração com a Integraço Escola de Negócios, forneceu um retrato do setor de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) no Brasil, revelando um aumento significativo na EAD de funcionários corporativos durante A recessão. O estudo está em sua 16ª edição e tem como foco o ano de 2021.

Segundo a Associação, 56% dos cursos de formação estiveram presentes no primeiro ano de pandemia (2020). O número caiu para 31% em 2021, quando 69% de todos os treinamentos foram realizados online. O estudo pesquisou 522 empresas em todo o Brasil e comparou os resultados com os de um estudo realizado nos Estados Unidos, onde os treinamentos online representaram 83% de todos os cursos de T&D oferecidos em 2021.

A situação, segundo estudo publicado este ano, é exatamente oposta à de 2019, quando 71% dos cursos de T&D no Brasil eram presenciais, contra apenas 29% online. Os setores de serviços e administração pública foram os que mais aderiram à EAD, com 79% e 82% das horas de treinamento realizadas online, respectivamente.

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Danilo Parise, CEO da Ludos Pro, startup de tecnologia educacional para treinamento e desenvolvimento, diz que o estudo confirma o que o mercado já percebeu: “uma forte demanda por novas soluções digitais de aprendizado e treinamento”. Apenas 8% de treinamento online realizados pelas empresas em 2021 utilizaram alguma tecnologia especialmente desenvolvida, ante 33% que utilizaram plataformas de transmissão ao vivo e 28% que utilizaram áudio gravado.

A ABTD define treinamento e desenvolvimento como “um conjunto de ações propostas pela empresa para capacitar seus empregados” com o objetivo de auxiliar os empregados no avanço de suas carreiras profissionais dentro da empresa.

“É fundamental que a empresa tenha um processo contínuo de treinamento de seus funcionários, desde treinamentos de curto prazo até práticas de longo prazo que trabalharão as competências de cada funcionário, incluindo o crescimento em suas funções”, explica Parise.

Segundo pesquisa da ABTD, o setor de serviços aumentou de 15 para 28 horas anuais de treinamento por empregado em 2021, em relação ao ano anterior. Segundo Parise, isso poderia indicar uma correlação positiva que demonstra o potencial do ensino a distância em T&D. “Existe um potencial de crescimento significativo nos próximos anos: o mercado global de e-learning foi estimado em US$ 250,8 bilhões em 2020 e deve chegar a US$ 457,8 bilhões em 2026.” “O Brasil tem um grande potencial para acompanhar essa tendência de crescimento global nos próximos anos”, conclui o CEO.

Treinamento de funcionários – O que mudou desde a pandemia?

Uma pesquisa com 522 empresas revela o panorama do treinamento de funcionários no país; atualmente, 69% dos treinamentos realizados pelas empresas que participaram da pesquisa são realizados online ou em algum formato EAD.

Treinamento de funcionários - O que mudou desde a pandemia?

As conclusões da 16ª edição do Panorama da Formação Brasileira, realizada e publicada entre 2021 e 2022, mostram que durante o período da pandemia de Covid-19, as crises econômicas e os índices de desemprego impactaram diretamente o setor de Treinamento e Desenvolvimento ( T&D) dos negócios, com redução de 24% na verba anual dedicada à área a partir de 2020.

Com 522 respondentes e mediana de 3.332 colaboradores, o material organizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) em parceria com a Integraço Escola de Negócios e publicado pela consultoria Carvalho & Mello visa mapear os indicadores, tendências e evolução necessária para a gestão de T&D.

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A pesquisa anual considera o planejamento estratégico, os planos de desenvolvimento individual dos funcionários (PDI) e os indicadores de mercado, por exemplo, como alguns critérios que as empresas podem considerar na hora de definir o orçamento anual de treinamento e desenvolvimento. Segundo a pesquisa, 86% das empresas brasileiras têm orçamento anual definido para T&D.

Claudio Zanutim, palestrante e treinador internacional, expressa otimismo quanto ao percentual de organizações analisadas pela pesquisa que destinam recursos anuais para iniciativas de melhoria de desempenho de suas equipes. No entanto, o profissional acredita que uma mudança é possível.

“O percentual deveria ser maior, pois mostraria que há um planejamento e que o dinheiro investido tem que retornar para empresa com melhores investimentos, relacionamento, vendas , lucro e performance geral”, diz o especialista que vê nos treinamentos uma forma de trabalhar a capacidade cognitivo e o potencial de atuação das pessoas que operam no comércio, especialmente.

O estudo constatou que ocorreram mudanças significativas em alguns indicadores de gravidez durante os anos de pandemia. Alguns já voltaram aos moldes anteriores, enquanto outros ainda acompanham as mudanças feitas ao longo do tempo. Por exemplo, é possível notar que há 2 anos, 71% de todos os treinamentos formais eram realizados por empresas brasileiras; hoje, 69% de todos os treinamentos formais são realizados online ou por outros meios.

Na análise dos dados, Zanutim afirma ter uma visão otimista, considerando a possibilidade de maximizar o investimento e reduzir a necessidade de realocação de treinadores. “Não estou dizendo que todo treinamento deva ser feito online, porque a interação presencial é essencial para o desenvolvimento de diversas habilidades”. “No entanto, a disponibilização de formação online permitiu a muitos negócios continuar a promover os seus serviços mesmo num ambiente de pandemia”, acredita o empresário.

“O mercado de treinamento e desenvolvimento no Brasil, assim como em alguns outros países, oferece excelentes oportunidades de crescimento.” Existe um horizonte de oportunidades para as empresas que atuam neste setor, bem como para as organizações que reconhecem a importância e a necessidade de otimizar o desempenho de seus colaboradores”, finaliza Zanutim.

Rápida evolução do metaverso gera desafios

De acordo com Kavya Pearlman, presidente e CEO da XRSI, o foco está na segurança cibernética, privacidade e segurança. Aparceria entre a XRSI e a APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações visa enfrentar “os desafios do metaverso em rápida evolução”, diz, em entrevista à Lusa, a fundadora e presidente executiva da fundação, Kavya Pearlman, que elenca ainda cinco estratégias paraPortugal.

Rápida evolução do metaverso gera desafios

A X Reality Safety Intelligence (XRSI) é uma organização global com sede em San Francisco, Califórnia, e Torino, Itália, dedicada a fornecer inteligência vital e serviços de consultoria para a proteção e bem-estar dos ecossistemas de tecnologia emergentes.

“Uma colaboração entre XRSI e APDC foi formada para enfrentar os desafios do metaverso em rápida evolução, com foco em questões como segurança cibernética, segurança e privacidade”, disse Kavya Pearlman.

Incentivando as organizações a abordar “essas questões com responsabilidade, esperamos promover uma cultura de uso seguro e ético da Internet”, diz ele.

O metaverso é um universo virtual de evolução exponencial que tenta replicar a realidade utilizando tecnologias como realidade virtual e realidade aumentada, e no qual é possível criar um avatar, conversar com outras pessoas, jogar, fazer compras, entre outras coisas.

Kavya Pearlman, que esteve presente na mais recente reunião da APDC, realça que esta colaboração é “orientada para a promoção de um futuro seguro, inclusivo e democrático” e visa os direitos humanos, “com o objetivo de impactar positivamente a saúde socioeconómica regional e moldar políticas decisões sobre segurança em XR, IA [inteligência artificial], computação espacial e outras tecnologias emergentes.”

O objetivo da estratégia colaborativa é compartilhar recursos educacionais, organizar eventos, desenvolver programas de treinamento e auxiliar as organizações na realização de atividades empresariais éticas e responsáveis no longo prazo, diz.

No essencial, “a parceria XRSI-APDC é um apelo à ação dos profissionais dos media, tecnologias de informação e telecomunicações para que unam esforços na criação de um ciberespaço mais seguro e positivo”, refere o sublinhado.

Questionada sobre como é que Portugal pode promover a privacidade e a segurança na tecnologia, Kavya Pearlman diz que “promover a privacidade e a segurança na tecnologia é um desafio multifacetado que carece de uma abordagem abrangente”, e sugere algumas estratégias que o país deve ponderar.

Legislação e regulamentação estão entre eles: “Portugal, como membro da UE, já é regido pelo RGPD para proteção de dados e privacidade; no entanto, o país pode desenvolver regulamentos locais adicionais para atender a necessidades específicas ou áreas não cobertas pela legislação da UE, ” diz.

Esses regulamentos “podem definir padrões de privacidade e segurança no desenvolvimento e uso da tecnologia, bem como fornecer mecanismos para aplicação e remediação em caso de violações”, enfatiza o guardião cibernético.

Outra estratégia são as parcerias público-privadas.

“Portugal pode promover colaborações entre o governo, a indústria e a academia para promover a investigação e inovação em tecnologias seguras e de protecção da privacidade.” Essas colaborações podem levar ao desenvolvimento de tecnologias nacionais que priorizem desde o início a privacidade e a segurança do usuário, atendendo às necessidades específicas do mercado profissional em que atuam.”

Na sequência, defende a necessidade de “aumentar a consciência pública para a importância da privacidade e segurança em geral, bem como dentro das organizações”.

Isso pode ser alcançado por meio de eventos dedicados, programas de treinamento e educação, “workshops” e campanhas que aumentam a conscientização sobre a importância da privacidade e da segurança, incentivando melhores práticas e impulsionando a busca por tecnologias mais seguras.

Outra estratégia sugerida por Kavya Pearlman para Portugal é fornecer incentivos para práticas seguras, que o governo pode conceder “a empresas que demonstrem um forte compromisso com a privacidade e a segurança”.

Esses incentivos, enfatiza, “podem assumir a forma de incentivos fiscais, subsídios ou programas de reconhecimento”.

Por fim, a infraestrutura de cibersegurança: “Portugal deve investir em infraestruturas de cibersegurança robustas para proteger contra ameaças de segurança, incluindo as resultantes da utilização de tecnologias relacionadas com o Metaverso”.

De acordo com Kavya Pearlman, “isso inclui estabelecer agências dedicadas à segurança cibernética, investir em tecnologias de ponto de defesa cibernética e criar uma força de trabalho qualificada capaz de se defender contra ataques cibernéticos sofisticados que usam essas tecnologias”.

Em resultado da implementação destas cinco estratégias, “Portugal pode criar um ambiente em que a privacidade e a segurança são prioritárias no desenvolvimento e utilização tecnológica. Na verdade, o XRSI espera ajudar a fornecer a orientação e o conhecimento necessários aqui”, finaliza.

O que é onboarding?

O que é onboarding? Onboarding é um termo em inglês que significa “embarque” ou “imersão” na cultura e no contexto da organização. Na área de recursos humanos (RH), o termo refere-se ao processo de integração dos funcionários recém-admitidos às rotinas da empresa. Isso é feito por meio do alinhamento de rotinas e valores, fator crítico para melhorar a gestão de pessoas dentro da empresa.

O que é onboarding?

Esse processo visa adequar os novos colaboradores e treiná-los para que exerçam suas funções com eficiência e estejam totalmente alinhados à cultura da empresa. Ele desempenha principalmente as seguintes funções: orientação, supervisão, acompanhamento e treinamento.

É fundamental que as empresas entendam que a integração não consiste em uma simples apresentação e conversa. Ele tem várias etapas e deve ser bem planejado pelo setor de RH. Como resultado, a organização pode colher os benefícios e resultados prometidos por esta valiosa ferramenta estratégica.

A importância do onboarding para as empresas

O RH deve reconhecer a importância e a necessidade de um processo de integração bem executado. Com as estratégias e técnicas empregadas, o setor consegue engajar os funcionários desde o momento em que chegam à empresa e abreviar o tempo de adaptação deles ao novo ambiente de trabalho.

Mas, qual é a importância desse processo? Pode parecer uma simples rotina de RH, mas uma integração efetiva permite que o colaborador alcance todo o seu potencial na empresa.

Com isso, tornou-se uma estratégia essencial no processo de gestão de pessoas para encontrar talentos, principalmente diante de um mercado cada vez mais competitivo pelos melhores profissionais. Além disso, ele pode trazer inúmeros benefícios para a organização.

Quais são as vantagens do onboarding para a organização?
Como dito anteriormente, são inúmeros os benefícios que esse processo de integração pode proporcionar para a empresa. Mas e eles? Veja abaixo os principais pontos:

Retenção de talentos

Com certeza, um dos benefícios mais importantes é a retenção de talentos. Isso porque atrair os melhores profissionais deve ser uma prioridade para qualquer negócio. Mesmo com incentivos financeiros e de benefícios, a organização deve buscar alinhamento com os valores organizacionais, bom engajamento da equipe e outros fatores fundamentais.

Por isso, a integração é uma das estratégias mais importantes para garantir que os funcionários queiram permanecer na empresa. Ela causa uma boa primeira impressão e promove um clima organizacional positivo, que contribui para o bem-estar dos colaboradores.

Volume de negócios reduzido

Outra vantagem é a redução do turnover, que é o índice de rotatividade dos funcionários dentro da empresa. O processo de integração sempre esclarece as rotinas do colaborador e o funcionamento da organização. Além disso, estabelece um forte vínculo com os recém-convertidos. Tudo isso contribui para o desejo do profissional de permanecer neste ambiente de trabalho.

Aumento de engajamento e produtividade

As técnicas utilizadas no processo de integração contribuem para o aumento do engajamento dos colaboradores. Ficam motivados ao saberem dos objetivos da empresa e de estarem realmente envolvidos nessa missão. Existe uma maior disponibilidade no início do seu dia, o que proporciona colaboradores mais produtivos e rentáveis.

Alinhamento Cultural e Propostas

Por fim, o processo de integração inclui algo que toda empresa deve buscar: alinhamento cultural e propostas. Finalmente, os funcionários recém-contratados começaram a aprender sobre a cultura da empresa, políticas organizacionais e outros fatores importantes. Isso ajudará o colaborador a se ajustar rapidamente às suas novas tarefas e evitar erros de iniciante.

Futuro dos Esportes e o Metaverso – Experiências Imersivas

Explore o metaverso por meio de estádios virtuais e experiências imersivas, e veja como a indústria de esportes está mudando!

Futuro dos Esportes e o Metaverso - Experiências Imersivas

O metaverso, um universo virtual que combina realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e tecnologia blockchain, está transformando muitas indústrias, incluindo esportes. À medida que a tecnologia avança, a indústria do esporte está adotando o metaverso para criar estádios virtuais e experiências imersivas para os torcedores, revolucionando assim a forma como consumimos e nos envolvemos com eventos esportivos.

A criação de estádios virtuais é uma das formas mais significativas de o metaverso influenciar a indústria do esporte. Os fãs podem assistir a jogos e eventos em um ambiente virtual, proporcionando uma experiência imersiva comparável a assistir a um evento ao vivo. Os estádios virtuais podem ser acessados por meio de fones de ouvido VR ou outros dispositivos, dando aos torcedores a sensação de estarem fisicamente presentes no evento, mesmo que estejam a milhares de quilômetros de distância. Isso não apenas amplia o alcance dos eventos esportivos para um público global, mas também permite que os torcedores que podem não ter os meios ou a capacidade de assistir a eventos ao vivo ainda aproveitem a emoção e a atmosfera de um estádio.

Os estádios virtuais fornecem novos fluxos de receita para as organizações esportivas. Equipes e ligas podem vender ingressos virtuais, mercadorias e até espaço publicitário dentro do ambiente virtual porque o metaverso permite a venda de bens e serviços virtuais. Isso gera receita adicional que pode ser reinvestida no esporte, o que beneficia tanto as organizações quanto os torcedores.

Além dos estádios virtuais, o metaverso está transformando a experiência do torcedor por meio do uso de realidade aumentada e tecnologias de realidade virtual. Essas ferramentas permitem que os torcedores interajam com seus esportes favoritos de maneiras novas e emocionantes, desde a participação em jogos virtuais até experiências interativas. Os fãs, por exemplo, podem usar aplicativos AR em seus smartphones para sobrepor conteúdo digital, como estatísticas de jogadores, placares ao vivo ou até replays em 3D de momentos importantes de um jogo no mundo real. Isso não apenas melhora a experiência de visualização, mas também dá aos fãs acesso a uma grande quantidade de informações.

Da mesma forma, a tecnologia de realidade virtual permite que os torcedores se coloquem no lugar de seus atletas favoritos e experimentem o jogo do ponto de vista deles. Participar de sessões de treinamento virtual, competir contra outros fãs em eventos esportivos virtuais ou até mesmo explorar o conteúdo dos bastidores que fornece uma visão única da vida de atletas profissionais são todas as possibilidades. Essas experiências imersivas não apenas fortalecem os laços dos fãs com seus esportes favoritos, mas também permitem que eles melhorem suas próprias habilidades e compreensão do jogo.

A tecnologia Blockchain também é importante no metaverso, permitindo a criação de ativos digitais e plataformas descentralizadas. Isso tem grandes implicações para a indústria do esporte, particularmente colecionáveis e memorabilia. Os fãs agora podem comprar e vender ativos digitais autenticados e protegidos no blockchain, como cartões comerciais virtuais ou autógrafos digitais. Isso não apenas introduz um novo tipo de colecionável para os fãs, mas também contribui para a luta contra a falsificação de memorabilia.

À medida que o metaverso se desenvolve, fica claro que a indústria do esporte adotará e se adaptará a essas novas tecnologias. Os estádios virtuais e as experiências imersivas dos torcedores não apenas fornecem aos torcedores novas e empolgantes maneiras de se envolver com seus esportes favoritos, mas também apresentam oportunidades significativas para as organizações esportivas expandirem seu alcance e gerarem novos fluxos de receita. O metaverso está definido para desempenhar um papel cada vez mais importante na formação do futuro dos esportes à medida que a tecnologia avança, fornecendo aos fãs acesso e experiências sem precedentes que antes eram coisas da ficção científica.

Projeto social treinará até 300 mil agentes comunitários do SUS, utilizando a Plataforma Eduvem

A Jornada do Agente Comunitário contra o câncer é uma parceria entre a Lacon, do Grupo Laços, e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), e tem como objetivo preparar os agentes comunitários em todo o Brasil para orientar o paciente com câncer sobre os cuidados em domicílio.

As aulas serão transmitidas dentro da plataforma EDUVEM, e poderão ser realizadas a qualquer hora e em qualquer lugar.

A plataforma oferece, além das aulas, outras funcionalidades, como grupos de discussão com outros agentes, chat, divulgação de documentos e outras funcionalidades importantes para o sucesso da iniciativa.

O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e a Lacon, do Grupo Laços, lançarão, no próximo dia 14, uma plataforma de orientação ao cuidado oncológico em casa para os cerca de 200 mil agentes comunitários de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. A ação social, denominada “Jornada dos agentes comunitários de saúde – Cuidado oncológico em casa”, patrocinado pela Laços Saúde e outras empresas, além de ter o apoio da Astellas Farma Brasil e do Instituto Oncoguia, utilizará somente recursos da iniciativa privada.

O acesso à plataforma online, a Eduvem, é feito por meio do aplicativo Con.te. Diversas funcionalidades são oferecidas nesse ambiente para ajudar os agentes comunitários no dia a dia, a exemplo do treinamento que os prepara para orientar o paciente sobre os cuidados oncológicos em domicílio. Além de propiciar mais autonomia e bem-estar ao paciente, essa iniciativa contribui para aumentar a adesão ao tratamento oncológico, prevenir internações desnecessárias, ajudar na prevenção de efeitos colaterais e apoiar no cuidado paliativo, o que contribui para um atendimento mais humanizado.

Para o presidente do Conasems, Wilames Freire, facilitar o acesso do usuário aos serviços do SUS é também uma forma de fortalecer o próprio sistema de saúde pública do país. “Nós trabalhamos todos os dias para que o SUS ofereça serviços cada vez melhores e mais condizentes com a realidade de cada brasileiro. E facilitar o acesso do usuário significa trazer mais dignidade e qualidade de vida não apenas para um indivíduo, mas também para a família e toda a comunidade que o cerca”.

De acordo com Martha Oliveira, CEO do Grupo Laços, “apoiar a saúde pública tem um impacto direto na vida de milhões de pessoas, em todas as regiões do Brasil”. O tratamento oncológico, diz ela, “é sempre um momento muito difícil, por isso a importância de orientar os agentes públicos de saúde para promover o autocuidado junto aos pacientes, essencial para manutenção da qualidade de vida e do bem-estar de cada um, e realizar o atendimento à população no conforto de suas casas”. Isso contribui, salienta ainda, para evitar hospitalizações desnecessárias.

O treinamento, dividido em seis módulos, é feito em 40 aulas de curta duração, de até 8 minutos cada, que podem ser realizadas online em qualquer horário e local. O conteúdo proporciona o conhecimento sobre cuidados básicos durante o tratamento oncológico, as estratégias de mitigação de impacto físico e emocional, o reconhecimento da necessidade do ambiente domiciliar para o paciente em tratamento e da necessidade de cuidados emocionais, entre outros temas.

Por meio do aplicativo, além de assistir às aulas online, é possível acessar o fórum de dúvidas e o banco de dados, interagir com outros agentes comunitários e avaliar o conteúdo, entre outras funcionalidades.

Sobre a Laços Saúde:

A Laços Saúde, empresa pioneira em cuidados autogerenciados para público 60+ no Brasil, tem como foco o cuidado à saúde do idoso para além das necessidades fisiológicas, promovendo um olhar holístico e individualizado. A metodologia adotada está em linha com o “modelo cebola” criado pela organização holandesa Buurtzorg, utilizada em mais de 20 países, e alia o trabalho de profissionais especializados, enfermeiras altamente capacitadas e tecnologia de ponta – o que inclui metadados, inteligência artificial e assistentes virtuais como ferramentas potencializadoras de resultados.  A equipe multiprofissional da Laços Saúde atua na casa do paciente, reduzindo a necessidade de visitas ao hospital, além de oferecer apoio remoto por meio da tecnologia de apoio. Saiba mais sobre a Laços Saúde no site, Linkedin, Facebook, Instagram e YouTube da Companhia.

Assessoria de imprensa – Laços Saúde:

SP4 Comunicação Corporativa

Carlos Moura – carlos.moura@sp4com.com.br

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Heloisa Pereira – heloisa.pereira@sp4com.com.br

Tel.: (11) 98582-6105

Você usa a “Bola de Cristal” do Gartner? Conheça e saiba como usar o Gartner Hype Cycle.

Como interpretar a propaganda da tecnologia

Quando novas tecnologias fazem promessas ousadas, como discernir a propaganda do que é comercialmente viável? E quando essas alegações darão retorno, se é que isso vai acontecer? Gartner Hype Cycles fornece uma representação gráfica da maturidade e da adoção de tecnologias e aplicativos, e como elas são possivelmente relevantes para solucionar problemas empresariais reais e explorar novas oportunidades. A metodologia Gartner Hype Cycle proporciona uma visão de como uma tecnologia ou aplicativo evoluirá com o tempo, fornecendo uma fonte segura de insight para gerenciar sua implantação no contexto de suas metas de negócios específicas.

Como você usa Hype Cycles?

Clientes usam Hype Cycles para se informar sobre a promessa de uma tecnologia emergente no contexto do seu setor e apetite individual ao risco.

Você deve agir no início? Se estiver disposto a combinar a assunção de riscos com um entendimento de que investimentos arriscados nem sempre compensam, você poderia colher as recompensas da adoção precoce.

Uma abordagem moderada é adequada? Executivos mais moderados entendem o argumento de um investimento precoce, mas também insistem em uma análise custo/benefício sólida quando novas formas de agir ainda não estão totalmente comprovadas.

Você deve aguardar o amadurecimento? Se há muitas perguntas sem resposta sobre a viabilidade comercial de uma tecnologia emergente, talvez seja melhor aguardar até que outras sejam capazes de fornecer valor tangível.

Como Hype Cycles funcionam?

Cada Hype Cycle se aprofunda nas cinco fases principais do ciclo de vida de uma tecnologia.

  • Acionador de inovação: uma possível inovação tecnológica dá o pontapé inicial. As primeiras histórias de prova de conceito e o interesse da mídia acionam publicidade significativa. Muitas vezes, não existem produtos utilizáveis e a viabilidade comercial não é comprovada.
  • Pico de expectativas infladas: a publicidade inicial produz várias histórias de sucesso, quase sempre acompanhadas de muitos fracassos. Algumas empresas agem; muitas, não.
  • Vale da desilusão: o interesse cai à medida que experimentos e implementações não fornecem os resultados desejados. Os produtores da tecnologia decolam ou fracassam. Os investimentos continuam somente se os provedores sobreviventes melhorarem seus produtos para satisfazer os primeiros clientes.
  • Ladeira da informação: mais exemplos de como a tecnologia pode beneficiar a empresa começam a se concretizar e tornam-se mais amplamente compreendidos. Produtos de segunda e terceira geração surgem dos provedores de tecnologia. Mais empresas financiam pilotos; empresas conservadoras permanecem cautelosas.
  • Planície da produtividade: a adoção convencional começa a decolar. Os critérios para avaliar a viabilidade do provedor são mais claramente definidos. A ampla aplicabilidade e relevância do mercado da tecnologia claramente compensam.

Hype Cycles ajudam a:

  • Separar a propaganda dos fatores reais da promessa comercial de uma tecnologia.
  • Reduzir o risco de suas decisões de investimento em tecnologia .
  • Comparar sua compreensão do valor comercial de uma tecnologia com a objetividade de analistas de TI experientes.

Fonte: Gartner.

Cientistas começam a desvendar os super poderes do ser humano o “sentido aranha” ou “sexto sentido”; entenda

Mecanismo chamado de propriocepção permite que o cérebro identifique a localização do corpo de forma inconsciente

Diferentes populações de corpos celulares de neurônios sensoriais em um gânglio da raiz dorsal (à direita) e seus axônios na medula espinhal (à esquerda): as células em verde detectam informações proprioceptivas, enquanto as células em vermelho detectam informações térmicas e táteis.
Diferentes populações de corpos celulares de neurônios sensoriais em um gânglio da raiz dorsal (à direita) e seus axônios na medula espinhal (à esquerda): as células em verde detectam informações proprioceptivas, enquanto as células em vermelho detectam informações térmicas e táteis. Foto: Divulgação / Stephan Dietrich, Zampieri Lab, Max Delbrück Center

Muitas vezes abordado com caráter místico em histórias sobrenaturais, o sexto sentido na realidade existe e é nada mais que um nome popular dado a um sistema conhecido do corpo que mistura informações de todos os outros cinco e é chamado de propriocepção, ou cinestesia. Essa habilidade, indispensável para a coordenação de movimentos motores, consiste em conseguir identificar a sua posição e as partes do corpo no espaço de forma inconsciente, sem abrir os olhos ou encostar em algo, por exemplo.

“Sua função é coletar informações dos músculos e articulações sobre nossos movimentos, nossa postura e nossa posição no espaço e depois transmiti-las ao nosso sistema nervoso central (SNC). Esse sentido, conhecido como propriocepção, é o que permite que o SNC envie os sinais certos através dos neurônios motores aos músculos, para que possamos realizar um movimento específico”, explica o chefe do Laboratório de Desenvolvimento e Função de Circuitos Neurais no Centro Max Delbrück em Berlim, Alemanha, Niccolò Zampieri, em comunicado.

O pesquisador explica que é a propriocepção que permite, por exemplo, que mesmo com olhos fechados a pessoa consiga levar um copo de água até a boca sem problemas. Sabe-se que esse mecanismo é possível graças à atuação de neurônios sensoriais especiais chamados de proprioceptivos (pSN), porém os fundamentos moleculares por trás ainda são pouco desvendados.

Agora, Zampieri e sua equipe conseguiram descrever marcadores genéticos das células envolvidas nesse sentido. O trabalho, publicado na revista científica Nature Communication, deve auxiliar cientistas a entender melhor o trabalho desses neurônios e abrir caminho para futuras implicações terapêuticas, como no aprimoramento de neuropróteses – próteses controladas pelo cérebro.

O experimento

Desde que passou a ser estudada, a propriocepção já teve alguns mecanismos elucidados. Já se descobriu que os neurônios do pSN ficam localizados nos gânglios da raiz dorsal da medula espinhal e conectados por meio de fibras nervosas a todos os músculos e articulações do corpo.

Cada vez que se alongam ou se tensionam, receptores presentes nos músculos enviam informações para os pSN, que por sua vez as transmitem para o sistema nervoso central. É esse ciclo infinito que permite ao cérebro combinar as diferentes mensagens e fazer o corpo se movimentar pelo espaço sem refletir sobre o ato.

Para isso, Stephan Dietrich, membro do laboratório de Zampieri e principal autor do estudo, explica que um pré-requisito é que “o pSN se conecte com precisão aos diferentes músculos de nossos corpos”. No entanto, não se sabia como essas conexões tão específicas aconteciam, e o que dava ao pSN essa função única.

“É por isso que usamos nosso estudo para procurar marcadores moleculares que diferenciam o pSN para os músculos abdominais, das costas e dos membros em camundongos”, diz Dietrich em comunicado.

Com isso, eles utilizaram métodos de sequenciamento genético e descobriram que há genes específicos que fazem com que neurônios distintos se conectem às diferentes partes do corpo humano. Além de identificar quais eram esses genes, eles observaram ainda que eles se tornam ativos no corpo ainda na fase embrionária.

Embora o trabalho seja a nível molecular, e tenha sido feito com camundongos, os cientistas por trás das descobertas acreditam que eventualmente o maior entendimento da propriocepção pode auxiliar na prática clínica, como no desenvolvimento de próteses que são controladas pela mente.

“Os marcadores que identificamos devem agora nos ajudar a investigar melhor o desenvolvimento e a função de redes sensoriais específicas de músculos individuais”, diz Dietrich, que acrescenta: “assim que entendermos melhor os detalhes da propriocepção, seremos capazes de otimizar o design de neuropróteses, que assumem habilidades motoras ou sensoriais que foram prejudicadas por uma lesão”.

Há ainda doenças neurológicas que afetam a propriocepção, o que pode comprometer até mesmo o simples ato de caminhar. Para os cientistas, compreender mais a fundo o mecanismo pode abrir caminhos também para que eventualmente sejam desenvolvidas terapias para diagnósticos do tipo.

Fonte: O Globo.

Lei e jurisdição no Metaverso estão sendo conduzidas

No contexto do Metaverso, que significado têm as fronteiras geográficas “convencionais” por lei e jurisdição? Quais leis devem reger os negócios entre as partes multinacionais quando se trata de ativos intangíveis que são registrados apenas em livros contábeis globais descentralizados e não regulamentados?

Lei e jurisdição no Metaverso estão sendo conduzidas

A Comissão de Direito da Inglaterra e do País de Gales está agora realizando um estudo da lei aplicável no contexto do desenvolvimento de tecnologias, especificamente no que diz respeito a ativos digitais (como NFTs e criptomoedas) e documentos comerciais eletrônicos. Essa análise tem uma relação direta com as transações comerciais e a propriedade de ativos no Metaverso (porque as criptomoedas são usadas para comprar bens e serviços, e as NFTs são compradas e vendidas e usadas para registrar a propriedade de ativos digitais).

Em um mundo onde as tecnologias digitais estão sempre se desenvolvendo e crescendo, muitas das quais dependem da tecnologia blockchain, as dificuldades de conflitos de lei surgem com frequência e questões críticas permanecem abertas e sem solução.

Em particular, os problemas de saber qual tribunal (e em qual jurisdição) é o foro apropriado para ouvir a disputa e (ii) quais leis se aplicam estão no centro dos conflitos que usam essas tecnologias digitais.

Desde a natureza descentralizada do blockchain, o que significa que não há governança central (pelo menos por enquanto), e porque os usuários em mundos virtuais (como o Metaverse, por exemplo) são frequentemente anônimos e os dados são criptografados, esses problemas têm surgido. A localização geográfica das partes não precisa ser divulgada, nem é necessariamente importante para a conclusão da transação. Como resultado disso, é extremamente desafiador conectar certas ocorrências ou ativos a um corpo específico de leis ou sistema legal. Isso pode ser diferente em situações em que as partes de um contrato concordaram com as leis e a jurisdição que serão aplicáveis, mas o que acontece se não o fizerem?

Por exemplo, se um usuário do metaverso Sandbox localizado no Reino Unido (Reino Unido) entrar em uma transação usando tokens SAND para adquirir um terreno de um usuário localizado fora do Reino Unido (fora do Reino Unido) e uma disputa posterior surgir em relação a essa transação, os tribunais do Reino Unido devem ter jurisdição sobre o litígio? Deve ser este o caso, de acordo com que lei eles devem agir? Isso não é totalmente óbvio porque as partes não chegaram a um acordo separado sobre o assunto.

Como parte de um novo projeto em andamento pela Comissão de Direito e devidamente intitulado “Ativos digitais: qual lei, qual tribunal?”, essas questões serão investigadas com a intenção de oferecer alguma orientação sobre o atual estado de insegurança jurídica e desenvolver reformas propostas. A meio de 2023 é quando o documento de consulta da Comissão de Direito será disponibilizado para consumo público.

A Law Commission vem realizando uma série de avaliações envolvendo tecnologias emergentes, incluindo revisões relacionadas a contratos inteligentes, e essa iniciativa é a mais recente nessa linha de trabalho (onde foi emitida a orientação de que o atual arcabouço legal na Inglaterra e País de Gales é capaz de facilitar e apoiar o uso de contratos legais inteligentes, sem a necessidade de reforma da lei estatutária). Esses são alguns dos tópicos importantes sobre lei e jurisdição no metaverso, continue ligado!

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Dados no Metaverso – Por que é difícil encontrá-los

À medida que mais dinheiro e pessoas usam tecnologias de realidade virtual, há mais processos judiciais sobre direitos de propriedade intelectual, assédio e agressão no metaverso. Os advogados da Nelson Mullins falam sobre novas questões que surgem com a coleta e descoberta de dados no metaverso.

Dados no Metaverso - Por que é difícil encontrá-los

Embora existam muitos tipos de dados sensíveis e diferentes sendo coletados, o número de pessoas que usam o metaverso ou a realidade virtual está crescendo rapidamente. A experiência imersiva de um avatar digital pode incluir o uso de óculos biométricos e coletes hápticos que coletam dados sobre a caminhada de uma pessoa, padrões de respiração, movimentos oculares, reações faciais e inferências sobre estes.

Um relatório recente da McKinsey & Company diz que mais de US$ 120 bilhões foram colocados no metaverso e que, em 2030, poderá valer US$ 5 trilhões. As empresas estão usando mundos metaversos públicos e privados para atividades de negócios, como campanhas de marketing, atendimento ao cliente, comércio eletrônico, design de produtos, treinamento para funcionários, reuniões de equipe, eventos públicos e conferências.

Embora essa tecnologia esteja ajudando as empresas, já existem ações judiciais sobre direitos de propriedade intelectual no metaverso, e as pessoas estão chateadas com assédio e agressão nos mundos digitais. O litígio do metaverso mudará com o tempo, e a descoberta eletrônica pode ser um grande problema para aqueles que estão envolvidos nele.

Embora muitas pessoas nunca tenham ouvido falar do metaverso, coletar e criar informações armazenadas eletronicamente não é uma ideia nova. Padrões e métodos usados ​​na indústria para coletar conteúdo de vídeo, áudio e mensagem provavelmente serão alterados para que possam ser usados ​​no metaverso. Algumas das características únicas do metaverso, por outro lado, trazem problemas únicos na indústria de realidade virtual.

Regras Federais de Processo Civil: Para requisitos relevantes e detectáveis, os advogados geralmente consultam as Regras 26 e 34 das Regras Federais de Processo Civil. Essas regras permitem a descoberta de qualquer informação não privilegiada que seja relevante e proporcional às necessidades do caso e que esteja em posse, custódia ou controle da parte demandada. Isso inclui qualquer coisa que possa ser usada para obter informações, como escritos, desenhos, gráficos, tabelas, fotos, gravações de som, imagens e outros dados ou coleções de dados.

Levando em conta as regras federais, há pelo menos três coisas para se pensar: O que pode ser importante e fácil de encontrar? Onde está a informação? E como coletamos e apresentamos os dados para atender aos requisitos de e-discovery?

O que pode ser importante e fácil de encontrar?

A maneira como as leis federais e o metaverso trabalham juntos provavelmente será complicada. Por exemplo, podemos receber solicitações de muitos tipos diferentes de informações, como código-fonte ou dados de desenvolvimento de design em casos de propriedade intelectual, procedimentos de pesquisa e segurança em casos de assédio e agressão e verificação de idade e verificações de proteção em casos envolvendo menores . Em relação a reclamações feitas em evento público ou reunião de empresa, também podem haver solicitações de registros biométricos e localização de pessoas.

Solicitações de descoberta abrangentes para todos os documentos e comunicações relevantes já são um problema na descoberta eletrônica e, como os dados no metaverso são tão vastos, é provável que uma linha dura continue a ser traçada entre solicitações e objeções de descoberta restritas e detalhadas.

Onde posso encontrar esta informação?

O fato de o metaverso não ser centralizado e poder trabalhar com outros sistemas provavelmente também levantará questões sobre propriedade, custódia e controle.

Dependendo de como a empresa usa a plataforma metaverso ou tecnologias como óculos biométricos e coletes hápticos, a empresa pode não ter acesso a todas as informações coletadas. Além disso, a parte que realmente possui determinados dados pode ser diferente, e descobrir onde os dados estão e se é fácil de obter pode exigir descoberta na plataforma do metaverso.

Quando os dados são de um avatar que você não conhece, isso adiciona outra camada de dificuldade porque o nome e a aparência de um avatar no mundo digital podem não ser os mesmos do mundo real. Descobrir como é fácil acessar e quanta informação existe sobre as pessoas e suas atividades no metaverso será uma parte fundamental para encontrar posições e respostas no futuro.

Como podemos obter essas informações e mostrá-las?

Uma camada final de complexidade é descobrir como reunir e apresentar essas informações de maneira legal e fácil para um juiz ou júri entender. Há uma série de novas tecnologias na área de descoberta legal. As empresas de software estão sempre adicionando novos recursos e aprimorando os antigos para facilitar a coleta e apresentação de dados.

Por exemplo, dados móveis, dados que desaparecem rapidamente e comunicação por vídeo cresceram na era do trabalho remoto. Isso levou a novos volumes e tipos de dados para pessoas que trabalham em e-discovery. Durante esse período, também houve mudanças na tecnologia que facilitaram a localização desses tipos de dados. No entanto, essa evolução pode levar tempo.

Embora o uso de dados móveis exista há mais de 50 anos, somente nos últimos anos surgiram tecnologias que possibilitam que as equipes jurídicas processem, revisem e apresentem dados de maneira semelhante. O metaverso está apenas no início desse processo, portanto, não há dúvida de que as tecnologias baseadas em dados do metaverso se tornarão mais populares, mas isso pode não acontecer em breve.

Enquanto isso, provavelmente podemos esperar muita proporcionalidade de descoberta e objeções de ônus à medida que o número de ações nessa área cresce e os volumes e tipos de dados levantam questões sobre quanto custará e quanto trabalho será necessário para coletar e apresentar informações adequadas ao caso. Para se preparar, as empresas que desejam ingressar no metaverso devem aprender sobre os dados que estão coletando, adicionando e talvez até criando.

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