EAD

EAD – O futuro da educação está aqui

Confira algumas das vantagens do ensino a distância que você provavelmente não sabia!
Ensino a Distância é encarado por muitos como a educação do futuro, e também não é por menos! Ele chegou para encurtar distâncias, poupar tempo e estar ao alcance de todos. Nossa tecnologia evoluiu, e a maneira que aprendemos e ensinamos não é mais a mesma. O ensino à distância vem crescendo de forma gradual em nosso país e dados do Ministério da Educação revelam que 1 a cada 5 novos alunos de graduação, escolhem um curso nessa modalidade de ensino.

Diferentemente da modalidade presencial, o curso à distância é feito completamente sozinho, sem o auxilio de colegas de classe na hora das atividades. É cada um por si, por isso a dedicação muitas vezes chega a ser maior do que no método tradicional. Antes, os contratantes encaravam os formandos de EAD com certo preconceito, porém esse tipo de olhar está mudando. Os contratantes sabem que quem opta por um curso à distancia tem que ter muita perseverança, afinal não é qualquer um que consegue ter disciplina para concluir um curso realizado praticamente na frente do computador.

Vantagens que você provavelmente não sabia

  • Alunos de cursos à distância tem desempenho igual ou superior aos de graduação presencial no ENADE.
  • Resultados do ENADE mostraram que nas 13 áreas em que se pode comparar o EAD ao ensino presencial, os alunos de EAD tiveram desempenho melhor em 7 áreas (biologia, administração, ciências sociais, física, matemática, pedagogia e turismo), e apresentaram uma média 50% melhor do que os alunos do ensino tradicional.
  • A educação à distância surgiu da necessidade: o mundo se modernizou e ninguém mais tem tempo. Com o EAD é você que se programa para organizar da melhor maneira o seu tempo.
  • O EAD é uma forma de democratização do ensino. A qualidade do EAD em certos momentos é superior a do ensino presencial.
  • A disponibilidade de material de EAD é muito grande. Há textos, vídeos e fóruns para que você possa tirar todas as suas dúvidas do conforto da sua casa.
  • A comodidade na hora do estudo é maior em um curso à distância, além disso, a validade do EAD e do ensino presencial são as mesmas.
  • Se você tem um emprego que te obrigue a viajar constantemente, o EAD é a solução, já que você não precisa morar em uma determinada cidade e nem ficar preso à uma instituição física.
  • Muitas pessoas acham que no EAD o aluno fica distante do professor e a comunicação pode ser difícil. Mas na realidade não é assim. Há muitos debates, as dúvidas que surgem sempre vão sendo sanadas e a sala de aula vai sempre estar focada no tema. Às vezes, em uma sala presencial, é muito fácil se distrair e fugir do assunto, coisa que não acontece frequentemente no EAD.
  • O valor do EAD é muito mais em conta do que o ensino presencial. Além de não ser necessário gastar com transporte e alimentação diariamente.

Fechar os olhos para o ensino à distancia é desperdiçar uma oportunidade. Com o EAD só não estuda quem não quiser.

Fonte: https://www.ead.com.br

Confira os principais dados e tendências do Ensino a Distância no Brasil

Como o próprio nome já diz, o ensino a distância se dá através de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), geralmente inserido em uma plataforma EAD, que permite a integração entre o aluno e o curso online.

Essa nova realidade é considerada tanto uma oportunidade de aprendizado como uma oportunidade de negócios, pois além dos indivíduos interessados em aprender de um modo mais prático, as empresas utilizam cursos de ensino a distância no Brasil para capacitar funcionários e profissionais.

Fatores que aumentam a procura por cursos de ensino a distância no Brasil

Um dos principais fatores que influenciam na busca por cursos de ensino a distância no Brasil é a chance dos alunos ou profissionais inseridos ou não no mercado terem de cursar uma segunda graduação de forma mais rápida, eficiente e econômica, porém com a mesma qualidade e validade de um curso presencial.

Além disso, muitos estudantes estão optando por fazer esses cursos a distância em vez de escolher uma especialização ou até mesmo uma pós-graduação. Por esse motivo, a maioria das instituições de ensino pretendem realizar investimentos nos próximos anos, principalmente na área de cursos semipresenciais e de EAD.

Dados e tendências do ensino a distância no Brasil

Abaixo listamos os principais dados e tendências, segundo o último Censo realizado em 2015:

– 53% dos estudantes são mulheres;

– 49,78% têm entre 31/40 anos;

– 70% das instituições públicas que ofertam cursos de EAD contam com alunos que estudam e trabalham;

– 51% do total das instituições aumentaram os recursos direcionados a melhorias e/ou implementação da modalidade EAD com relação ao ano anterior;

– Só em 2014, os cursos EAD somaram 3.868.706 novas matrículas, sendo 519.839 (13%) nos cursos regulamentados totalmente a distância, 476.484 (12%) nos cursos regulamentados semipresenciais ou disciplinas EAD de cursos presenciais e 2.872.383 (75%) nos cursos livres, com uma média de 154 matrículas por curso.

– Evasão como desafio: para a maioria das instituições que participaram da pesquisa, o maior obstáculo enfrentado foi a evasão, cuja taxa média em 2014 foi de até 25% nas diferentes modalidades EAD.

Fonte: minhabiblioteca.com.br

Para onde vai a educação?

Quando se fala em futuro da educação a distância, é comum fazer previsões assustadoras e acreditar numa cultura dos Jetsons, em que crianças aprendem mais com robôs do que com humanos e a vida é orientada pelas tecnologias de ponta. Até bem pouco tempo essa era uma imagem do que seria o século 21 e, para a decepção da maioria, ainda se vive de forma muito parecida à geração anterior. Houve muita evolução no campo da tecnologia, sim. Mas as descobertas de última geração ainda são pouco acessíveis em um país como o Brasil.

Aprendizado high-tech do desenho futurista ainda está longe da realidade

No campo da educação, a inclusão ainda é restrita. Apenas 8% dos jovens brasileiros estão freqüentando escolas de ensino superior. Na Argentina este número salta para 30%. “Enquanto o Brasil não levar a sério sua universidade, não sairemos desse quadro”, acredita o presidente da Abed, Fredric Litto, que é um dos mais empolgados defensores de uma evolução radical do conhecimento. “Acho que estamos cada vez mais próximos de uma realidade semelhante à do filme ‘Matrix’, em que chips são instalados e o indivíduo pode simular ambientes de aprendizado. Os laboratórios têm pesquisas avançadas neste campo de conhecimento, mas é preciso que o cidadão comum e os governos estejam preparados para as transformações”, diz.

O ensino a distância

Discursos mais moderados apontam que por muito tempo o ensino não-presencial poderá ser uma importante ferramenta complementar para a educação tradicional. “A educação a distância ainda é muito mais interessante para aqueles que têm necessidades muito específicas, como concluir uma pós-graduação e se tornar mais preparado para o mercado da era digital”, diz René Birocchi, do IUVB.

Na mesma linha segue o sociólogo, matemático e pensador francês Michel Authier: “A educação a distância é muito válida para quem tem uma necessidade específica de aprendizado. Esta forma de educação ainda não é capaz de socializar o indivíduo, de ensiná-lo a se relacionar com os outros, a praticar esportes vitais para o desenvolvimento. Esse conhecimento continuará sendo fornecido no convívio real com seres humanos. Isto ainda é fundamental para o desenvolvimento do homem”, garante.

A área em que talvez se veja uma grande evolução é a da educação a distância voltada aos interesses empresariais. “Neste caso, a busca é muito mais intensa. O profissional que já está no mercado precisa correr contra o tempo para se especializar e se tornar mais competitivo”, diz Birocchi, que faz pesquisas neste campo dentro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Investimento em EAD

Investimentos de bilhões de dólares por parte das grandes corporações podem levar os desenvolvedores de ferramentas para EAD a descobrir novas linguagens para a formação de profissionais. “Isso vai acabar se refletindo nos cursos de graduação e até mesmo nos ensinos fundamental e médio, mas é uma transição longa do que temos hoje para o que será a educação a distância do futuro”, aposta Birocchi. “Estamos falando de uma mudança na forma de encarar a aprendizagem. Isso exige a quebra de uma série de valores sociais e culturais. E esse tipo de quebra acontece de forma muito lenta”, acredita.

Creditos: Ana de Fátima Souza – Revista Galileu – O Globo

Scroll to top