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Educação Corporativa

A inteligência artificial está avançando a educação corporativa

As empresas investem em tecnologia para tornar a educação mais ágil e assertiva, bem como para promover o crescimento profissional.

A educação corporativa está cada vez mais sendo incorporada nas organizações como ferramenta de capacitação dos colaboradores.

Para potencializar ainda mais esta dinâmica, a inteligência artificial surge como uma poderosa aliada que melhora os processos de aprendizagem e formação.

Segundo estudo do Sebrae Inteligência de Mercado, a educação corporativa deve ser facilitada por plataformas tecnológicas de educação corporativa e recursos que utilizem inteligência artificial.

A instituição destaca ainda que o IA promove uma aprendizagem rápida e criativa, além de explorar diversos métodos de captação de conhecimento para fixar conteúdos com maior precisão e dinamismo.

A solução traz benefícios como facilitação da comunicação, retenção da atenção profissional, transmissão dinâmica de conteúdo, captação de curiosidade e concentração dos colaboradores.

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“A inteligência artificial para educação corporativa veio para tornar o aprendizado mais assertivo e eficaz.” “A certificação de trilhas de conhecimento, por exemplo, garante que o profissional faça uso do conteúdo que lhe foi disponibilizado”, afirma Fábio Falco, CEO da IARIS, startup que surgiu com expertise acadêmica e de mercado no desenvolvimento de produtos de inteligência artificial.

As ferramentas de aprendizagem corporativa da IA garantem maior inovação e eficiência na educação. Entre os vários recursos que podem ajudar a melhorar a indústria estão:

  • Learning Trilhas: O IA permite entregar conteúdo personalizado aos alunos com base em seus estilos de aprendizagem. Ou seja, por meio de análises de dados e relatórios de desempenho, é possível identificar o nível de dificuldade e/ou habilidade de cada pessoa, direcionando-os para o conteúdo mais adequado. Isso melhora ainda mais a formação profissional.
  • Certificação: Tal como na educação formal, a certificação da aprendizagem é necessária para determinar o nível de aproveitamento de cada aluno, melhorando assim a qualidade da formação. As ferramentas de IA são ativos valiosos na certificação de educação corporativa, permitindo a detecção de diversos tipos de fraudes em exames de certificação.
  • Chatbots: Os chatbots ajudam a melhorar o relacionamento criando interação com os alunos além de auxiliar na execução de tarefas pré-definidas como tirar dúvidas e direcionar o tráfego. Além disso, a ferramenta pode auxiliar no fornecimento de feedback em tempo real sobre o progresso de um indivíduo.
  • Inovação na educação: Com IA, as plataformas corporativas de aprendizagem podem ter processos ainda mais otimizados. A redução de erros e tarefas manuais, o aumento da produtividade e o envolvimento dos funcionários são apenas alguns exemplos.

Quando utilizada para objetivos bem definidos, a inteligência artificial tem possibilidades ilimitadas. Não é só à esquerda que esta tecnologia ganha espaço em vários meios.

E a educação corporativa surgiu para atender indivíduos que buscam distinção profissional e também organizações que buscam expansão de mercado.

“À medida que surgiram diferentes ferramentas tecnológicas no campo da inteligência artificial para educação corporativa, elas se somaram ao cotidiano que vivemos hoje – seja por meio de modalidades híbridas ou a distância.” Com isso, além dos inúmeros benefícios já citados, a tecnologia proporciona maior segurança para todos os tipos de aplicação de provas e exames, o que reflete na qualidade da formação profissional”, finaliza Falco.

Educação corporativa – Devemos utilizar melhor seus conceitos

Há um movimento global no mercado corporativo por transformações, modernização cultural e mais tecnologia para facilitar o dia a dia. Ao mesmo tempo, surgem novas funções e formações, que melhoram o fluxo da gestão de pessoas. O desafio é reconhecer a necessidade de ajustes no momento certo e fazer os ajustes necessários dentro da organização. Uma das ferramentas que ajuda muito nesse processo é a educação corporativa, que, quando bem utilizada, motiva os colaboradores e identifica pontos de melhoria, como a promoção de um colega de trabalho para um novo cargo dentro da empresa. Estamos falando de conceitos bem conhecidos como upskilling e requalificação, que são cada vez mais usados para capitalizar talentos e, ao mesmo tempo, atender às demandas organizacionais internas.

O upskilling é um processo de educação corporativa direcionado ao aprimoramento de conhecimentos e competências nas áreas onde o profissional já atua. É uma importante ferramenta de atração e retenção de talentos em processos seletivos, além de proporcionar inúmeras vantagens à equipe. Por exemplo, garantindo atualizações de segmento; proporcionar especialização em áreas específicas; preparar colaboradores para cargos de nível superior na empresa e qualificá-los para cargos de liderança. Para os gestores, o conceito promove conflitos com os colaboradores, melhores planos de carreira e maior agilidade, eficiência e qualidade nas entregas.

Já a requalificação é a busca de um novo conjunto de competências ou a oportunidade de obter acesso a uma área que ainda não esteja ocupada. Esse conceito de educação corporativa evolui lado a lado com o movimento contínuo do mercado e o surgimento de novas profissões e cargos. As vantagens para a equipe incluem melhor adaptabilidade às novas demandas, experiência profissional diversificada, preparação para novas funções e crescimento profissional significativo. A empresa se beneficia da melhoria da colaboração, da retenção e desenvolvimento de talentos e do fortalecimento de equipes multidisciplinares qualificadas e com competências relevantes para atender às demandas.

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Com tantas vantagens nesses conceitos, por que ainda existem empresas que não investem no desenvolvimento público interno? A resposta é complicada e leva em conta muitas variáveis. No entanto, acredito que ainda falta uma percepção mais convincente dos benefícios de valorizar e incentivar a colaboração. De acordo com um estudo da McKinsey & Company, 9 em cada 10 executivos estão preocupados com a falta de competências em profissões específicas e 87% das empresas não têm o pessoal necessário. O inquérito também concluiu que 40% das competências essenciais dos actuais trabalhadores terão de mudar nos próximos cinco anos e 50% dos profissionais terão de se requalificar até 2025.

Um factor muito importante que justifica o investimento na formação e implementação do conceito é o efeito motivacional nos profissionais. Por exemplo, a Geração Z tem uma forte crença de que a aprendizagem é a chave para alcançar o sucesso na carreira. Os programas de melhoria de competências e requalificação, por outras palavras, reforçam o sentimento de pertença ao local de trabalho, exigindo que os trabalhadores possuam competências como liderança, influência social, pensamento analítico e crítico, inovação, aprendizagem ativa, design e programação tecnológica. Ao mesmo tempo em que são implementados, os conceitos geram receita para a empresa e contribuem para a imagem positiva de sua marca. Com uma menor rotatividade de profissionais, há menos custos associados a processos seletivos e desmobilização de pessoal.

O olhar humano e a atenção às equipes é a melhor forma de determinar qual caminho seguir. A equipe de RH pode utilizar esses tipos de programas começando com um mapeamento das competências disponíveis em sua força de trabalho, bem como determinando lacunas profissionais e como colmatá-las. Outros pontos essenciais incluem ouvir os colaboradores para entender o que desejam da carreira e selecionar todas as competências necessárias para atingir os objetivos pré-determinados da corporação.

Neste ponto, a presença de um gestor preparado para auxiliar a equipe na definição de estratégias e próximos passos torna-se fundamental. Quando penso em um líder preparado, penso em alguém que é eficiente, possui valores alinhados aos objetivos corporativos e busca constantemente a excelência no trabalho que realiza. O gestor é o elo entre o colaborador e a empresa e dirige o clima da equipe, para o bem ou para o mal. Ou, como espelho da empresa para a equipe, você poderá identificar e direcionar melhor os talentos, bem como apoiar o RH na aplicação de treinamentos e realocações, se for o caso.

Além do olhar humano, também vale a pena investir em soluções tecnológicas para encontrar mais rapidamente candidatos qualificados para as vagas disponíveis e desenvolver um programa de desenvolvimento profissional contínuo que inclua tanto o aprimoramento das competências existentes quanto o aprendizado de novas.

Quando proporcionamos um ambiente de trabalho motivador e uma cultura organizacional que estimula o crescimento e o desenvolvimento profissional, minimizamos as desvantagens intelectuais e financeiras e fortalecemos a equipe com talentos e habilidades diversos para superar desafios, tudo isto por meio da educação corporativa.

Investir em educação corporativa tornará sua empresa mais valiosa

O trabalho de um jardineiro exige dedicação, paciência, amor e habilidades especializadas. Esse profissional deve fornecer nutrientes adequados, luz e até água potável quando necessário para garantir o crescimento saudável da planta. Como resultado, atingem todo o seu potencial com maior rapidez e eficiência. No mundo empresarial, esse é o papel da educação corporativa.

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Educação corporativa: como funciona?

Digital, colaborativo e adaptável. Estas são as tendências para o trabalho pós-pandemia aos olhos de Sundar Pichai, CEO da Google/Alphabeat, o gigante da tecnologia. Sabemos que a pandemia do novo coronavírus acelerou as transformações que já ocorriam no ambiente de trabalho. O currículo de educação corporativa necessita de ainda mais inovação e adaptação.

Educação corporativa: como funciona?

Quando se trata do desenvolvimento de novas competências profissionais, há uma verdadeira corrida contra o tempo.

Segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial, 42% das competências primárias exigidas pelos empregadores atuais mudarão até 2022.

Este cenário exige uma rápida adaptação por parte das empresas, que devem abraçar a educação corporativa como pilar da continuidade dos negócios.

Na prática, porém, há mais dúvidas do que certezas. De acordo com um estudo realizado pela empresa de consultoria global McKinsey & Company, apenas 16% dos CEO acreditam que estão qualificados para colmatar lacunas de competências nas suas organizações.

Neste contexto, como garantir o desenvolvimento de competências profissionais assertivas num mundo de trabalho cada vez mais digital, colaborativo e flexível, e onde a agilidade é uma das moedas de negociação mais valiosas?

Cada resposta a esta pergunta é invariavelmente influenciada pela educação corporativa individualizada.

Neste artigo discutiremos o futuro da educação corporativa, com foco na individualização das trilhas de aprendizagem dos colaboradores.

Educação corporativa: para onde vamos?

Transformação digital, nova pandemia de vírus, novos modelos de negócio, mudanças culturais… Vivemos num mundo de constantes transformações, que naturalmente têm impacto no local de trabalho.

Nos dias de hoje de trabalho mutável e dinâmico, o conceito e a prática da aprendizagem ao longo da vida – ou aprendizagem ao longo da vida – ganhou ainda mais importância. Não é diferente na educação corporativa, especialmente nestes tempos em que as competências devem ser ensinadas e desenvolvidas a um ritmo sem precedentes.

Por isso, a aprendizagem não é vista como um processo estático e não existe um “ponto de chegada”. O processo de aprendizagem está integrado à vida pessoal e profissional do colaborador.

Além disso, este conceito de aprendizagem exige que os conhecimentos disponíveis e adquiridos pelo colaborador sejam altamente compatíveis com a função que desempenha, com a sua personalidade e com a sua dinâmica de aprendizagem num ambiente de trabalho flexível. Tudo, claro, deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da organização.

Como resultado, quando se trata da importância do desenvolvimento dos funcionários no local de trabalho – ou da experiência dos funcionários – o papel do RH é capacitar e fornecer oportunidades de aprendizagem adequadas para as diversas funções dos funcionários.

Na prática, incorporar o Lifelong Learning na educação corporativa da sua empresa significa estimular seus colaboradores a buscarem o desenvolvimento pessoal e profissional de forma consistente, proativa e autônoma.

Agora considere a composição de um horário específico para sua organização. Definitivamente, existem colaboradores de várias idades, origens, funções, dinâmicas de aprendizagem e lacunas de conhecimento. Como essas diversas características devem ser consideradas em um plano de desenvolvimento da força de trabalho?

Treinamentos corporativos customizados cumprem em grande parte essa função. Elaborados com foco em competências ou lacunas específicas, desenvolvem um conjunto de competências que as organizações necessitam para maximizar resultados.

Porém, customizar esses processos não é o mesmo que individualizá-los. Neste momento, a individualização das trilhas de aprendizagem do colaborador ganha novos formatos e oportunidades, possibilitadas principalmente pela comunicação e dados 100% digitais.

Triângulos de Aprendizagem Individual

Estamos vivendo na era da personalização do relacionamento. Numa era em que os dados são usados para personalizar quase todos os tipos de prestação de serviços, as empresas começaram a personalizar as jornadas de compra e consumo.

Mais do que consumir passivamente produtos e conteúdos pré-estabelecidos, as pessoas e seus comportamentos tornaram-se – voluntária ou involuntariamente – componentes-chave de qualquer estratégia.

Este cenário é o reflexo de uma economia orientada por dados e centrada no consumidor. Seus medos e experiência estão agora mais do que nunca na vanguarda dos negócios.

Essa lógica também se aplica à educação geral e à educação corporativa. A individualização da aprendizagem está ganhando força, com termos e conceitos como Experiência de aprendizagem tornando-se mais predominantes.

Para o RH, particularmente nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento (T&D), a experiência do aluno tornou-se um componente crítico no desenvolvimento de um plano de qualificação da força de trabalho.

Mais do que nunca, é fundamental que o RH crie condições para que o colaborador tenha autonomia em seu processo de formação, o que reflete em benefícios não só para o colaborador, mas para toda a empresa.

Educação Corporativa Online: Desvendando suas Vantagens com a Eduvem

A Educação Corporativa Online é um elemento fundamental para manter as organizações competitivas em um ambiente de negócios em constante evolução. A Eduvem, com sua ampla variedade de conteúdo, recursos de personalização, métricas detalhadas e acessibilidade global, é uma escolha sólida para empresas que buscam uma plataforma de aprendizado eficaz para capacitar seus funcionários. Ao adotar a Eduvem como parte de sua estratégia de educação corporativa online, as organizações podem alcançar um aprendizado eficiente e alinhado às suas metas de negócios, impulsionando o sucesso a longo prazo.

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