Educação

Estudo comprova: jogar videogame faz bem ao cérebro

Mais um estudo foi divulgado para comprovar que sim, os videogames fazem bem à saúde. Pesquisadores constataram que jogar desenvolve as regiões do cérebro responsáveis pela navegação espacial, formação de memória, habilidades motoras e até planejamento estratégico.

Os cientistas recorreram a um dos personagens mais queridos e icônicos do universo gamer: o simpático encanador Mario, da Nintendo. A pesquisa funcionou assim: durante dois meses, um grupo de adultos jogou Super Mario todos os dias por pelo menos 30 minutos, enquanto um outro grupo ficou sem jogar o game no mesmo período.

Os pesquisadores afirmam ter analisado através de ressonância magnética áreas onde essa massa cinzenta se expandiu, como no hipocampo direito, no cortéx pré-frontal direito e no cerebelo. Apesar dos nomes não serem muito conhecidos pelo público, essas são partes do cérebro que estão diretamente ligadas a funções cognitivas do órgão pensante.

Os testes foram conduzidos pela Charité University Medicine St. Hedwig-Krankenhaus, da Alemanha. Segundo os cientistas, o próximo passo é usar os jogos no tratamento de Alzheimer ou estresse pós-traumático, doenças que causam a diminuição do cérebro. Para ilustrar, um vídeo fantástico do AaronGrooves. Impossível não curtir e compartilhar.

Brasileira está entre os 50 melhores professores do mundo

Débora Garofalo é professora na escola municipal Almirante Ary Parreiras, em São Paulo. Ela é uma das 50 melhores professoras do mundo e concorre ao prêmio principal.

Seu trabalho é incrível. Através do projeto Robótica com Sucata, ela leva seus alunos para as ruas do bairro – onde falta saneamento básico e coleta de lixo – e faz um trabalho de catalogação e coleta do lixo.

Mas o que isso tem a ver com robótica? Do lixo, a professora e seus alunos criam robôs e máquinas automatizadas. Isso mesmo, a professora alia consciência ambiental com tecnologia e extrai dos alunos habilidades que eles ainda não conheciam.

A professora Débora, aliás, será uma das palestrantes do EdTech Conference, maior evento sobre o futuro da educação já realizado no Brasil, que nos últimos 2 anos reuniu mais de 4 mil pessoas.

Segundo a professora, o projeto é multidisciplinar e tem um forte apelo social: “o projeto tem ajudado a pensar a escola que não só produza conhecimento, como também traga contribuições locais, gerando responsabilidade social nos alunos e na comunidade”.

Pelo projeto, a professora é uma dos 50 finalistas do Prêmio internacional Global Teacher, que reúne professores de 171 países que criaram métodos inovadores e criativos para lecionar.

O vencedor do prêmio recebe o título de Melhor Professor do Mundo. O resultado final sai em março, em Dubai.

Fonte: Startse

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