Inovação

Eduvem é uma das startups selecionadas para a fase final do processo de aceleração da BS Innovation Hub

BS Innovation Hub: confira as startups selecionadas para a fase final do processo de aceleração
Apenas 24 equipes foram classificadas para a última fase.

Iniciativa apoiada pelo Grupo Cidade de Comunicação (GCC), o processo de aceleração de startups da BS Innovation Hub recebeu mais de 50 inscrições. Contudo, apenas 24 equipes foram classificadas para a última fase. Composta pelas empresas Gomes de Matos Consultoria, Cordel Ventures e BSPAR, a BS Innovation Hub inaugura uma nova etapa de inovação e criação de novos negócios no mercado cearense.

A última fase do processo seletivo está marcada para a próxima terça-feira (20) e consistirá em apresentações orais. Cada CEO das startups selecionadas terá cinco minutos para defender a sua ideia de negócio diante da bancada formada por membros da BS Innovation Hub e por mentores convidados. O Grupo Cidade, um dos mantenedores dessa ação, também participará da escolha dos finalistas.

Confira as startups selecionadas
1. ALS ENGENHARIA
2. AUDO
3. BIIO
4. COBI
5. DABELE CURSOS
6. DRONDONES
7. EDUKON
8. EDUVEM
9. IBETTING APP
10. INVISTA TECH
11. KINBOX
12. OMNIDECISION
13. PEGUELEVE
14. PETPETPET
15. PLIX
16. QUIZ ORTOPEDIA
17. SELLETIVA
18. SIMBORA
19. SIMPLES XR
20. SPX PAY
21. TOCK TECNOLOGIA
22. UP BUSINESS GAME
23. VELOO
24. VENDEI

BS Innovation Hub e Grupo Cidade

De acordo com Edson Ferreira, diretor geral do GCC, a parceria insere o maior conglomerado de mídia cearense “em um outro patamar como grupo de mídia multistreaming, potencializando as nossas possibilidades e sedimentando nossos investimentos. Fomentar o ecossistema de inovação no Ceará coloca o Grupo Cidade em uma posição de vanguarda, liderando o processo que certamente será um case em todo o País”.

Miguel Dias Filho, presidente do GCC, comemora a parceria. “O Grupo Cidade é uma empresa promissora, aberta à tecnologia e disposta a acompanhar as transformações da sociedade. Nossa parceria com o BS Innovation confirma a ousadia que nos mantém firmes há 43 anos. É uma forma de buscarmos efetivar a nossa vertente tecnológica, através da qual potencializamos a nossa produção de conteúdo para a televisão, as rádios e o nosso portal de notícias. É assim que nos preparamos para o futuro”, finaliza.

Fonte: https://gcmais.com.br/

Inovação, o salto de hoje para o futuro da indústria

A crise econômica e social provocada pelo novo coronavírus despertou ainda mais a necessidade de investirmos em inovação para não ficarmos cada vez mais para trás. Mostrou a importância de se investir constantemente em ciência, tecnologia e inovação. Com poucos investimentos nesta área, o Brasil ficou “na mão” de outras nações, que dominam tecnologias para produção de insumos, equipamentos médico-hospitalares, medicamentos e vacinas.

Por outro lado, para algumas empresas a crise virou oportunidade. O mundo teve que sair da zona de conforto e abraçar a Inovação como um kit de sobrevivência. As startups nunca voaram tão alto em solo nacional. No ano passado, surgiram 4 novos unicórnios, deixando o Brasil na lista dos 10 países do mundo com maior número de startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

Inovação no Brasil

Segundo pesquisa da CNI, um a cada três empresários acredita que a indústria brasileira precisará dar um salto de inovação nos próximos cinco anos para garantir a sustentabilidade dos negócios em curto e longo prazos. Para 31%, o grau de inovação da indústria será alto ou muito alto nos próximos cinco anos, principalmente por necessidade.

A pesquisa também mostra que 83% das indústrias precisarão de mais inovação para crescer ou mesmo sobreviver no mundo pós-pandemia, sobretudo em sua linha de produção. E apesar das startups terem deslanchado em 2020, ainda tem muito mercado para crescer, pois 90% das indústrias grandes e médias brasileiras NUNCA trabalharam com uma startup.

Ao longo dos anos os governos não deram prioridade para políticas, investimentos e o consequente desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Retrato dessa realidade é que ocupamos apenas o 62º lugar no Índice Global de Inovação no ranking que abrange 131 países, posição incompatível com o fato de sermos a 9ª principal economia do mundo.

Os dez mais bem colocados do índice são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Alemanha e Coreia do Sul. Os países da OCDE investem em média 2% do PIB em P&D. Já os países considerados mais inovadores vão bem além. A Coreia do Sul destina 4,3% do PIB, Israel – 4,2% e o Japão – 3,4%.

Países competitivos no cenário global têm indústria forte e elegeram a inovação como estratégia de desenvolvimento. É isso que o Brasil precisa! Essas nações priorizam investimentos em ciência, tecnologia e inovação e apostam fortemente em políticas com visão de futuro a fim de fortalecer a qualidade da educação e o sistema de financiamento e fomento à inovação.

Como tornar a Inovação uma realidade

“Um ponto importantíssimo para que a indústria possa investir mais é a aprovação de marcos legais que tragam segurança jurídica para atrair investidores para o Brasil”, diz Gianna Sagazio, diretora de Inovação da CNI.

Outro fator essencial para o aumento dos investimentos é o descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), principal ferramenta de financiamento à inovação do país. Em 2020, pouco mais de 10% dos R$ 680 milhões, apenas 13% dos R$ 6,8 bilhões previstos no orçamento para essa área foram liberados pelo governo federal. O Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 135/2020, que impede a retenção de verbas destinadas ao fundo, foi aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro, mas o principal ponto que trata do descontingenciamento dos recursos do Fundo foi vetado pelo presidente. Esperamos que o Congresso Nacional derrube o veto.

“É preciso agir com rapidez, pois diante do ambiente de crescente competição internacional, a inovação será um grande diferencial com peso, cada vez maior, para o desenvolvimento de um país. Fortalecer a indústria e priorizar a inovação serão peças-chave para o crescimento e o desenvolvimento do Brasil”, completa Gianna.

Fonte: CNN

Organizações não conseguem parar de beber o passado!

Estamos vivendo fenômeno que podemos chamar de “intoxicação do passado“.

Conceituaria assim:

Fenômeno psico-social coletivo provocado por rápida disseminação de nova mídia, no qual setor produtivo passado não consegue aderir às novas práticas de negócio que passam a ser possíveis pelo novo ambiente informacional.

É como se houvesse uma espécie de compulsão pelo passado, similar a uma alcoólatra, que não consegue parar de beber.

A literatura tem demonstrado que esse tipo de compulsão não é combatida pelo convencimento de fora para dentro, mas da vontade de dentro para fora pela mudança.

Assim, não adianta insistir que mudanças precisam ser feitas, sem que a pessoas tomem a consciência, a partir dos problemas que vão se somando, que isso é uma medida inevitável.

É preciso que mais e mais clientes, antigos, atuais e novos vão aderindo a novas práticas, reduzindo a receita para que a situação vá ficando cada vez mais insustentável.

A iniciativa da nossa Comunidade Bimodal é uma reposta a esse tipo de problema.

Nós temos nos organizado por adesão, procurando analisar o fenômeno digital da forma mais objetiva possível, com a participação voluntária de um grupo grande de pessoas, que percebe que o discurso atual do mercado está intoxicado.

Não acredito que as pessoas mudam, na profundidade que é parar de beber (para uma alcoólatra) ou de praticar um modelo de negócios consolidado há séculos, através de bate-papo.

A pessoa precisa experimentar os limites do alcoolismo como da impossibilidade de continuar levando seu negócio no modelo antigo, para falar as palavras mágicas:

TENHO UM PROBLEMA E PRECISO DE AJUDA.

É isso, que dizes?

Tenho promovido um programa de capacitação para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0. através de aprofundamento em aspectos filosóficos, teóricos e metodológicos.

O programa atinge, no primeiro momento, pessoas físicas e profissionais, que querem lidar melhor com este futuro disruptivo e é passo inicial para esse novo PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA 3.0.

Faço parte do Movimento dos Bimodais, pessoas, profissionais e empresas que procuram se posicionar de forma mais inteligente para enfrentar a passagem do mundo analógico para o digital.

Nosso objetivo é tomar decisões mais sábias, a partir de teorias mais consistentes, de tal forma que todos fiquem mais competitivos para lidar com esse futuro disruptivo.

Nosso movimento debate livros em temporadas no projeto “Leituras Compartilhadas sobre best sellers sobre Transformação Digital”.

E tem “Programa de Capacitação para ajudar Profissionais a terem visão Bimodal”.

Quer fazer parte dos grupos abertos bimodais ou do grupo VIP? Clique aqui. (e diga assim: quero ser bimodal, ou quero fazer o curso bimodal, ou quero fazer o curso bimodal e participar também do grupo vip.

Fonte: Carlos Nepomuceno

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