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Educação corporativa – Devemos utilizar melhor seus conceitos

Há um movimento global no mercado corporativo por transformações, modernização cultural e mais tecnologia para facilitar o dia a dia. Ao mesmo tempo, surgem novas funções e formações, que melhoram o fluxo da gestão de pessoas. O desafio é reconhecer a necessidade de ajustes no momento certo e fazer os ajustes necessários dentro da organização. Uma das ferramentas que ajuda muito nesse processo é a educação corporativa, que, quando bem utilizada, motiva os colaboradores e identifica pontos de melhoria, como a promoção de um colega de trabalho para um novo cargo dentro da empresa. Estamos falando de conceitos bem conhecidos como upskilling e requalificação, que são cada vez mais usados para capitalizar talentos e, ao mesmo tempo, atender às demandas organizacionais internas.

O upskilling é um processo de educação corporativa direcionado ao aprimoramento de conhecimentos e competências nas áreas onde o profissional já atua. É uma importante ferramenta de atração e retenção de talentos em processos seletivos, além de proporcionar inúmeras vantagens à equipe. Por exemplo, garantindo atualizações de segmento; proporcionar especialização em áreas específicas; preparar colaboradores para cargos de nível superior na empresa e qualificá-los para cargos de liderança. Para os gestores, o conceito promove conflitos com os colaboradores, melhores planos de carreira e maior agilidade, eficiência e qualidade nas entregas.

Já a requalificação é a busca de um novo conjunto de competências ou a oportunidade de obter acesso a uma área que ainda não esteja ocupada. Esse conceito de educação corporativa evolui lado a lado com o movimento contínuo do mercado e o surgimento de novas profissões e cargos. As vantagens para a equipe incluem melhor adaptabilidade às novas demandas, experiência profissional diversificada, preparação para novas funções e crescimento profissional significativo. A empresa se beneficia da melhoria da colaboração, da retenção e desenvolvimento de talentos e do fortalecimento de equipes multidisciplinares qualificadas e com competências relevantes para atender às demandas.

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Com tantas vantagens nesses conceitos, por que ainda existem empresas que não investem no desenvolvimento público interno? A resposta é complicada e leva em conta muitas variáveis. No entanto, acredito que ainda falta uma percepção mais convincente dos benefícios de valorizar e incentivar a colaboração. De acordo com um estudo da McKinsey & Company, 9 em cada 10 executivos estão preocupados com a falta de competências em profissões específicas e 87% das empresas não têm o pessoal necessário. O inquérito também concluiu que 40% das competências essenciais dos actuais trabalhadores terão de mudar nos próximos cinco anos e 50% dos profissionais terão de se requalificar até 2025.

Um factor muito importante que justifica o investimento na formação e implementação do conceito é o efeito motivacional nos profissionais. Por exemplo, a Geração Z tem uma forte crença de que a aprendizagem é a chave para alcançar o sucesso na carreira. Os programas de melhoria de competências e requalificação, por outras palavras, reforçam o sentimento de pertença ao local de trabalho, exigindo que os trabalhadores possuam competências como liderança, influência social, pensamento analítico e crítico, inovação, aprendizagem ativa, design e programação tecnológica. Ao mesmo tempo em que são implementados, os conceitos geram receita para a empresa e contribuem para a imagem positiva de sua marca. Com uma menor rotatividade de profissionais, há menos custos associados a processos seletivos e desmobilização de pessoal.

O olhar humano e a atenção às equipes é a melhor forma de determinar qual caminho seguir. A equipe de RH pode utilizar esses tipos de programas começando com um mapeamento das competências disponíveis em sua força de trabalho, bem como determinando lacunas profissionais e como colmatá-las. Outros pontos essenciais incluem ouvir os colaboradores para entender o que desejam da carreira e selecionar todas as competências necessárias para atingir os objetivos pré-determinados da corporação.

Neste ponto, a presença de um gestor preparado para auxiliar a equipe na definição de estratégias e próximos passos torna-se fundamental. Quando penso em um líder preparado, penso em alguém que é eficiente, possui valores alinhados aos objetivos corporativos e busca constantemente a excelência no trabalho que realiza. O gestor é o elo entre o colaborador e a empresa e dirige o clima da equipe, para o bem ou para o mal. Ou, como espelho da empresa para a equipe, você poderá identificar e direcionar melhor os talentos, bem como apoiar o RH na aplicação de treinamentos e realocações, se for o caso.

Além do olhar humano, também vale a pena investir em soluções tecnológicas para encontrar mais rapidamente candidatos qualificados para as vagas disponíveis e desenvolver um programa de desenvolvimento profissional contínuo que inclua tanto o aprimoramento das competências existentes quanto o aprendizado de novas.

Quando proporcionamos um ambiente de trabalho motivador e uma cultura organizacional que estimula o crescimento e o desenvolvimento profissional, minimizamos as desvantagens intelectuais e financeiras e fortalecemos a equipe com talentos e habilidades diversos para superar desafios, tudo isto por meio da educação corporativa.

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