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Treinamento de funcionários

O investimento em treinamento de funcionários aumentou 34%

Renato Augusto Nunes começou a trabalhar como porteiro na mesma empresa onde seu pai trabalhava em 2002. Hoje, 20 anos depois, é gerente de operações do local, graças ao treinamento anual que atualiza suas atividades e contribui para o desenvolvimento de funcionários.

O investimento em treinamento de funcionários aumentou 34%

Mas Renato Augusto não está sozinho nesse benefício. Segundo a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), até 2022, o investimento em treinamento e desenvolvimento no Brasil terá aumentado 34%, retornando aos níveis pré-pandemia, com apenas o setor de serviços aumentando 17%. Ganhar um trabalhador significa ganhar um negócio e o mercado sabe disso.

Segundo Rodolfo Quaresma, diretor da Embraps, empresa terceirizada com cerca de 1.550 funcionários e um departamento de treinamento dedicado, esse investimento contribui para a redução da rotatividade de funcionários e, consequentemente, para a redução de custos. “Através dessa capacitação, que é feita anualmente com todos os funcionários do nosso quadro, também pode-se prevenir diversos problemas comportamentais ou operacionais de desempenho com atuação prévia”, afirma o responsável da organização.

O executivo destaca que o conteúdo da sala de treinamento é mais teórico, com algumas práticas fundamentais. A partir daí, o colaborador passará a praticar em seu local de trabalho ou condomínio. “Somente depois dessas etapas que o funcionário assume sozinho o trabalho, mas, durante todo o processo, é acompanhado por seus líderes e sob avaliação de experiência”, afirma.

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Segundo Quaresma, o objetivo da formação interna é ampliar as competências profissionais e, ao mesmo tempo, melhorar as atitudes dos funcionários para que possam progredir no trabalho e crescer pessoalmente.

“O benefício mais importante que vemos em nossos treinamentos é o crescimento e desenvolvimento pessoal de nossos participantes.” “Mesmo que o futuro de uma pessoa não esteja nos negócios, entendemos que estamos contribuindo para outras oportunidades”, afirma Quaresma.

Por exemplo, na Embraps os funcionários aprendem sobre controle emocional e liderança, e Nunes, gerente de operações, diz que essa atenção o ajudou muito na tomada de decisões profissionais e pessoais.

“Tenho 40 anos agora e passei a maior parte da minha vida nos negócios.” Então acredito que meu caráter e meus princípios foram formados aqui. Poder crescer internamente e ver outros colegas seguirem os mesmos passos é muito gratificante”, afirma Nunes, que acrescenta que estas formações também o ajudaram numa situação familiar difícil. “Descobrimos em casa que o meu pai tinha cancro, o que é sempre um momento difícil.” Mas, graças ao apoio e treinamento de funcionários da empresa, consegui equilibrar minha vida pessoal e profissional sem perder o foco”, explica a coordenadora.

Rodolfo Quaresma, diretor de treinamentos da Embraps, ressalta a importância do diálogo e da troca de experiências. “Incentivamos a interação entre os participantes, a troca de ideias e o compartilhamento de experiências de vida”. Às vezes, um problema que alguém está vivenciando ou já passou em um local de trabalho já ocorreu em outro e resultou em uma solução satisfatória. Isso melhora muito o clima organizacional, resultando em debates saudáveis e melhorias para todos.”

Augusto Nunes concorda e sublinha que “o mais importante é ter a oportunidade de conhecer outras pessoas e partilhar experiências”. Durante 15 anos, o colaborador trabalhou no mesmo condomínio comercial, o primeiro a abrir. Após este período, tive a oportunidade de passar para o cargo de supervisor operacional, que ocupei durante dois anos. É coordenador operacional desde novembro de 2020.

Treinamento de funcionários – O que mudou desde a pandemia?

Uma pesquisa com 522 empresas revela o panorama do treinamento de funcionários no país; atualmente, 69% dos treinamentos realizados pelas empresas que participaram da pesquisa são realizados online ou em algum formato EAD.

Treinamento de funcionários - O que mudou desde a pandemia?

As conclusões da 16ª edição do Panorama da Formação Brasileira, realizada e publicada entre 2021 e 2022, mostram que durante o período da pandemia de Covid-19, as crises econômicas e os índices de desemprego impactaram diretamente o setor de Treinamento e Desenvolvimento ( T&D) dos negócios, com redução de 24% na verba anual dedicada à área a partir de 2020.

Com 522 respondentes e mediana de 3.332 colaboradores, o material organizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) em parceria com a Integraço Escola de Negócios e publicado pela consultoria Carvalho & Mello visa mapear os indicadores, tendências e evolução necessária para a gestão de T&D.

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A pesquisa anual considera o planejamento estratégico, os planos de desenvolvimento individual dos funcionários (PDI) e os indicadores de mercado, por exemplo, como alguns critérios que as empresas podem considerar na hora de definir o orçamento anual de treinamento e desenvolvimento. Segundo a pesquisa, 86% das empresas brasileiras têm orçamento anual definido para T&D.

Claudio Zanutim, palestrante e treinador internacional, expressa otimismo quanto ao percentual de organizações analisadas pela pesquisa que destinam recursos anuais para iniciativas de melhoria de desempenho de suas equipes. No entanto, o profissional acredita que uma mudança é possível.

“O percentual deveria ser maior, pois mostraria que há um planejamento e que o dinheiro investido tem que retornar para empresa com melhores investimentos, relacionamento, vendas , lucro e performance geral”, diz o especialista que vê nos treinamentos uma forma de trabalhar a capacidade cognitivo e o potencial de atuação das pessoas que operam no comércio, especialmente.

O estudo constatou que ocorreram mudanças significativas em alguns indicadores de gravidez durante os anos de pandemia. Alguns já voltaram aos moldes anteriores, enquanto outros ainda acompanham as mudanças feitas ao longo do tempo. Por exemplo, é possível notar que há 2 anos, 71% de todos os treinamentos formais eram realizados por empresas brasileiras; hoje, 69% de todos os treinamentos formais são realizados online ou por outros meios.

Na análise dos dados, Zanutim afirma ter uma visão otimista, considerando a possibilidade de maximizar o investimento e reduzir a necessidade de realocação de treinadores. “Não estou dizendo que todo treinamento deva ser feito online, porque a interação presencial é essencial para o desenvolvimento de diversas habilidades”. “No entanto, a disponibilização de formação online permitiu a muitos negócios continuar a promover os seus serviços mesmo num ambiente de pandemia”, acredita o empresário.

“O mercado de treinamento e desenvolvimento no Brasil, assim como em alguns outros países, oferece excelentes oportunidades de crescimento.” Existe um horizonte de oportunidades para as empresas que atuam neste setor, bem como para as organizações que reconhecem a importância e a necessidade de otimizar o desempenho de seus colaboradores”, finaliza Zanutim.

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